Baruch Hashem, Glória a YAHWEH e Honra a Yeshua, o Mashiach de Israel

"Ninguém que põe a mão no arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus"Lucas 9:62

“Porque o Senhor me libertou do império das trevas e me transportou para o Reino do Filho do Seu Amor” Cl 1:13

Já orou por seus filhos hoje?

Porque não criamos nossos filhos para povoarem o inferno


Filhos

Filhos

"Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria,

que não se compadeça dele, do filho do seu ventre?
Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti. "
Isaías 49:15

...

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Sejam bem-vindos!

Nós somos os filhos e as filhas do Papai do Céu!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A Felicidade no lar – parte 2




É  possível dentro de um mesmo lar pessoas diferentes, com idades , gostos, personalidades, tradições, culturas, temperamentos  diferentes conviverem  de maneira harmoniosa, uma vez que a nossa natureza carnal, naturalmente pecaminosa, seja submetida ao poder do Espírito Santo.
O Senhor Jesus é Deus pessoal, Deus que conhece a singularidade  e que  se relaciona de maneira particular com cada um de nós.
A nossa comunhão com Cristo e  na nossa família nos capacita a desfrutar das diferenças, isto se dá quando o que há diferente entre pessoas que se amam não é motivo para divergência, para desunião, ao contrário, é força para crescimento e amadurecimento mútuos.
Em que nós e nossas famílias podemos ser beneficiados com o culto doméstico?
  • Conhecimento de Deus
  •  União do Lar
  • Melhora na comunicação
  • Alicerçarmo-nos na Palavra de Deus
  • Nosso caráter e de nossos familiares vão sendo moldados pelo Espírito Santo

Portanto devemos ser perseverantes e orarmos sem cessar, mesmo que os nossos olhos naturais não percebam, permaneçamos firmes, e não vamos desistir de orar, de interceder, e buscar através do nosso testemunho, nas nossas orações e adoração porque a nossa  família é idéia de Deus e o nosso lar, lugar de adoração.
“ Crê no Senhor Jesus e será salvo tu e a tua casa”
At 16.31

Bibliografias  consultadas:
Bíblia sagrada
Ellen White – “ Orientação da criança”
Ellen White – “ Lar Adventista”
Edinaldo Silva  - “ Altares em Chamas”

quarta-feira, 25 de maio de 2011

A Felicidade no Lar – Parte 1


“ Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos. "
Pv  14. 1



A Palavra  de Deus no qualifica  como mulheres virtuosas, capacitadas para transformar a nossa casa em um lar, um lugar especial.
Nos qualifica também como reis e sacerdotes, de maneira que Deus nos capacita para administrá-lo e nele exercer o nosso ministério.
No processo de edificação existe a etapa da fundação, dos alicerces, e nossas famílias devem estar fundamentadas na rocha que é Cristo e alicerçada na fé, na Palavra de Deus.
Mas o nosso lar, não é a construção, é muito mais que isto, muito mais do que 4 paredes, nosso lar, desejemos que seja  um lugar de paz, de felicidade, templo de adoração, de oração, um lugar idealizado por Deus!
A maneira que temos disponível e acessível  no fortalecimento do nosso lar é a oração e a adoração.
O Espírito Santo nos propõe que venhamos a erigir em nossos lares alteres de adoração, de maneira que, dentro de cada lar, cada membro da nossa família possa ter a cada dia seu momento de intimidade individual e em família com o Senhor.
Qual de nós não deseja que  o seu lar seja lugares  :
segurança, proteção, carinho, sustento, refúgio, confiança ?
Onde nos sentimos amados, onde amamos, onde o diálogo é baseado na verdade, onde há amizade, lealdade, fidelidade, compaixão, respeito e piedade.
Não é utopia, é real, nossos lares são lugares  idealizado por Deus onde nós e cada membro da nossa família pode encontrar repouso e paz,mas esta realidade só é possível quando dedicamos  diariamente os nossos lares e as nossas família a Deus.
Quando convidamos diariamente  o Espírito Santo a vir morar  conosco.
Coloquemos em prática. Vamos erigir altares ao Senhor Jesus em cada lar. 

“ E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e  as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantandote.Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos.E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas."
Dt 6. 6-9 

Bibliografias  consultadas:
Bíblia sagrada
Ellen White – “ Orientação da criança”
Ellen White – “ Lar Adventista”
Edinaldo Silva  - “ Altares em Chamas”

segunda-feira, 23 de maio de 2011



MARCOS 3.1-7

De novo, entrou Jesus na sinagoga e estava ali um homem que tinha
ressequida uma das mãos. (Mc 3.1.)
Era sábado, e Jesus, como todos os judeus, foi à sinagoga. E ali ensinava
ao povo. A lição daquele dia seria a respeito do amor e do sábado. Ele viu
um homem que tinha uma das mãos com problema. Estava ressequida, seca,
sem vida. Não possuía os complexos, e ao mesmo tempo tão delicados movimentos
com os quais estamos tão acostumados, que nem lhes damos valor.
Aquele homem não podia acariciar uma criança, pegar um garfo para
levá-lo à boca, assinar um cheque, teclar um computador, nem tocar um instrumento
musical. É claro que trouxemos muitas coisas para o nosso contexto
atual, mas no nosso século há muita gente também de mão ressequida.

E Jesus mandou que aquele homem viesse para o meio e estendesse a
mão. Ao fazê-lo, ela lhe foi restaurada. E os judeus queriam matar Jesus
porque ele fazia curas no sábado. Pouco antes, Jesus lhes havia perguntado:
É lícito nos sábados fazer o bem ou fazer o mal? Salvar a vida ou tirá-la? A resposta
era tão óbvia que até uma criança poderia responder. Mas os corações
deles estavam duros para aceitar Jesus e o seu amor.

As mãos daqueles fariseus estavam ressequidas, inativas para o bem.
Quantas pessoas ainda hoje estão na mesma situação. Têm mãos, mas não as
estendem para fazer o bem. São mãos ressequidas pelo egoísmo. Jesus quer
curá-los. É só vir para o meio e estendê-las.

Quando se estende a mão para Jesus, e em seguida para o próximo, você
pode ter a certeza da cura. Experimente.
Jesus teve as suas mãos pelos cravos perfuradas,
Para a todos alcançar, foram estendidas, esticadas.
Suas mãos abençoaram crianças, tocaram em leprosos,
Levantaram mortos da mortalha.

Suas mãos nos tocam hoje com amor
Para dar amor, para cura trazer,
Tornar a nossa vida melhor, e felizes nos fazer.

Pai, sei que as tuas mãos estão sobre o meu viver. Posso descansar
em teu amor por mim. Mas quero, Senhor, que minhas
mãos sejam instrumentos teus de amor, de suprimento para as
necessidades de meu irmão. Amém.


Enviado pela irmãJenaina Peder Menezes

AS 28 DOUTRINAS DA IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA


26 | O Milênio e o Fim do Pecado |

O milênio é o reinado de mil anos de Cristo de Seus santos, no Céu, entre a primeira e a segunda ressurreições. Durante esse tempo serão julgados os ímpios mortos; a Terra estará completamente desolada, sem habitantes humanos com vida, mas ocupada por Satanás e seus anjos. No fim desse período, Cristo com Seus santos e a Cidade Santa descerão do Céu à Terra. Os ímpios mortos serão então ressuscitados e, com Satanás e seus anjos, cercarão a cidade; mas o fogo de Deus os consumirá e purificará a Terra. O universo ficará assim eternamente livre do pecado e dos pecadores.
› Razões bíblicas: Apocalipse 20; Zacarias 14:1-4; Jeremias 4:23-26; I Coríntios 6; II Pedro 2:4; Ezequiel 28:18; II Tessalonicenses 1:7-9; Apocalipse 19:17, 18 e 21

27 - A Nova Terra 
Na Nova Terra, em que habita justiça, Deus proverá um lar eterno para os remidos e um ambiente perfeito para vida, amor, alegria, e aprendizado eternos, em Sua presença. Pois aqui o próprio Deus habitará com o Seu povo, e o sofrimento e a morte terão passado. O grande conflito estará terminado e não mais existirá pecado. Todas as coisas, animadas e inanimadas, declaram que Deus é amor; e Ele reinará para todo o sempre. Amém.
› Razões bíblicas: II Pedro 3:13; Gênesis 17:1-8; Isaías 35; 65:17-25; Mateus 5:5; Apocalipse 21:1-7; 22:1-5; 11:15

28 - Crescimento em Cristo 


Pela sua morte na cruz Jesus triunfou sobre as forças do mal. Ele subjugou os espíritos de demônios durante o Seu ministério terrestre e quebrou o seu poder e tornou certo o seu destino final. A vitória de Jesus dá-nos vitória sobre as forças do mal que continuam procurando controlar-nos, enquanto nós caminhamos com Ele em paz, alegria, e a garantia do Seu amor.
Agora o Espírito Santo mora conosco e nos dá poder. Continuamente comprometidos com Jesus como nosso Salvador e Senhor, somos livres do fardo dos nossos feitos passados. Não mais vivemos na escuridão, com medo dos poderes do mal, ignorância, e a falta de sentido de nosso antigo estilo de vida. Nessa nova liberdade em Jesus, somos chamados a crescer na semelhança de Seu caráter, comungando com Ele diariamente em oração, alimentando-nos de Sua Palavra, meditando nisso e em Sua providência, cantando Seus louvores, reunindo-nos juntos em adoração, e participando na missão da Igreja. Na medida em que nos entregamos ao serviço de amor àqueles ao nosso redor e ao testemunho da Sua salvação, Sua constante presença conosco através do Espírito transforma cada momento e toda tarefa numa experiência espiritual.
Razões bíblicas: Salmos 1:1, 2; 23:4; 77:11, 12; Colossenses 1:13, 14; 2:6, 14, 15; Lucas 10:17-20; Efésios 5:19, 20; 6:12-18; I Tessalonicenses 5:23; II Pedro 2:9; 3:18; II Corintios 3:17, 18; Filipenses. 3:7-14; I Tessalonicenses 5:16-18; Mateus 20:25-28; João 20:21; Gálatas 5:22-25; Romanos 8:38, 39; I João 4:4; Hebreus 10:25.

sábado, 21 de maio de 2011

Pastor Alejandro Bullón - Expondo a fé

AS 28 DOUTRINAS DA IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA


23 - O Ministério de Cristo no Santuário Celestial 
Há um santuário no Céu, o verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem. Nele Cristo ministra em nosso favor, tornando acessíveis aos crente os benefícios de Seu sacrifício expiatório, oferecido uma vez por todas, na cruz. Ele foi empossado como nosso grade Sumo-sacerdote e começou Seu ministério intercessório por ocasião de Sua ascensão. Em 1844, no fim do período profético dos 2300 dias, Ele iniciou a segunda e última etapa de Seu ministério expiatório. É uma obra de juízo investigativo, a qual faz parte da eliminação final de todo o pecado, prefigurada pela purificação do antigo santuário hebraico no Dia da Expiação. Nesse serviço típico, o santuário era purificado com o sangue do sacrifício de animais vivos, mas as coisas celestiais são purificadas com o perfeito sacrifício do sangue de Jesus. O juízo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre os mortos dorme em Cristo, sendo, portanto, nEle, considerado digno de ter parte na primeira ressurreição. Também torna manifesta quem, dentro vivos permanece em Cristo, guardando os mandamentos e a fé de Jesus, estando, portanto, nEle, preparado para a transladação ao Seu reino eterno. Esse julgamento vindica a justiça de Deus em salvar os que crêem em Jesus. Declara que os que permanecem leais a Deus, receberão o reino. A terminação do ministério de Cristo assinalará o fim do tempo da graça para os seres humanos, antes do Segundo Advento.
› Razões bíblicas: Hebreus 1:3; 8:1-5; 9:11-28; Daniel 7:9-27; 8:13 e 14; 9:24- 27; Números 14:34; Ezequiel 4:6; Malaquias 3:1; Levítico 16; Apocalipse 14:12; 20:12; 22:12

24 - A Segunda Vinda de Cristo 
A segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja, o grande ponto culminante do evangelho. A vinda do Salvador será literal, pessoal, visível e universal. Quando Ele voltar, os justos falecidos serão ressuscitados e, juntamente com os justos que estiverem vivos, serão glorificados e levados para o Céu, mas os ímpios irão morrer. O cumprimento quase completo da maioria dos aspectos da profecia, bem como a condição atual do mundo, indica que a vinda de Cristo é iminente. O tempo exato desse acontecimento não foi revelado, e somos portanto exortados a estar preparados em todo o tempo.
› Razões bíblicas: Tito 2:13; João 14:1-3; Atos 1:9- 11; I Tessalonicenses 4:16 e 17; I Coríntios 15:51-54; II Tessalonicenses 2:8; Mateus 24; Marcos 13; Lucas 21; II Timóteo 3:1- 5; Joel 3:9-16; Hebreus 9:28


25 | Morte e Ressurreição |

O salário do pecado é a morte. Mas Deus, o único que é imortal, concederá vida eterna a Seus remidos. Até aquele dia, a morte é um estado inconsciente para todas as pessoas. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, os justos ressuscitados e os justos vivos serão glorificados e arrebatados para o encontro de seu Senhor. A segunda ressurreição, a ressurreição dos ímpios ocorrerá 1000 anos mais tarde.
› Razões bíblicas: I Timoteo 6:15 e 16; Romanos 6;23; I Cor. 15:51-54; Eclesiastes 9:5 e 6; Salmos 146:4; I Tessalonicenses 4:13-17; Romanos 8:35-39; João 5:28 e 29; Apocalipse 20:1-10; João 5:24 |

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AS 28 DOUTRINAS DA IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA


20 - Mordomia 
Somos despenseiros de Deus, responsáveis a Ele pelo uso apropriado do tempo e das oportunidades, posses, e das bênçãos da Terra e seus recursos, que Ele colocou sob o nosso cuidado. Reconhecemos o direito de propriedade da parte de Deus por meio do fiel serviço a Ele e a nossos semelhantes, e devolvendo os dízimos e dando ofertas para a proclamação de Seu evangelho e para a manutenção e o crescimento de Sua Igreja. A mordomia é um privilégio que Deus nos concede para o desenvolvimento no amor e para a vitória sobre o egoísmo e a cobiça. O mordomo se regozija nas bênçãos que advêm aos outros como resultado de sua fidelidade.
› Razões bíblicas: Gênesis 1:26-28; 2:15; Ageu 1:3-11; Malaquias 3:8-12; Mateus 23:23; I Corintios 9:9-14

21 - Conduta Cristã 
Somos chamados para ser um povo piedoso que pensa, sente e age de acordo com os princípios do Céu. Para que o Espírito recrie em nós o caráter de nosso Senhor, nós só nos envolvemos naquelas coisas que produziram em nossa vida pureza, saúde, e alegria semelhantes às de Cristo. Isto significa que nossas diversões e entretenimentos devem corresponder aos mais altos padrões de gosto e beleza cristãos. Embora reconheçamos diferenças culturais, nosso vestuário deve ser simples, modesto e de bom gosto, apropriado àqueles cuja verdadeira beleza não consiste no adorno exterior, mas no ornamento imperecível de um espírito manso e tranqüilo. Significa também que, sendo o nosso corpo o templo do Espírito Santo, devemos cuidar dele inteligentemente. Junto com adequado exercício e repouso, devemos adotar alimentação mais saudável possível e abster-nos dos alimentos imundos identificados nas Escrituras. Visto que as bebidas alcóolicas, o fumo e o uso irresponsável de medicamentos e narcóticos são prejudiciais a nosso corpo, também devemos abster-nos dessas coisas. Em vez disso, devemos empenhar-nos em tudo que submeta nossos pensamentos e nosso corpo à disciplina de Cristo, o qual deseja nossa integridade, alegria e bem-estar.
› Razões b íblicas: I João 2:6; Efésios 5:1-13; Romanos 12:1 e 2; I Coríntios 6:19 e 20; 10:31; I Timóteo 2:9 e 10; Levítico 11:1-47; II Coríntios 7:1; I Pedro 3:1-4; II Coríntios 10:5; Filipenses 4:8
 

22 - Matrimônio e Família 
O casamento foi divinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus como união vitalícia entre um homem e uma mulher, em amoroso companheirismo. Para o cristão, o compromisso matrimonial é com Deus bem como com o cônjuge, e só deve ser assumido entre parceiros que partilham da mesma fé. Mútuo amor, honra, respeito e responsabilidade constituem a estrutura dessa relação, a qual deve refletir o amor, a santidade, a intimidade e a constância da relação entre Cristo e Sua Igreja. No tocante ao divórcio, Jesus ensinou que a pessoa que se divorcia do cônjuge, a não ser por causa de fornicação, e casar-se com outro, comete adultério. Conquanto algumas relações de família fiquem aquém do ideal, os consortes que se dedicam inteiramente um ao outro, em Cristo, podem alcançar amorosa unidade por meio da orientação do Espírito e a instrução da Igreja. Deus abençoa a família e tenciona que seus membros ajudem um ao outro a alcança completa maturidade. Os pais devem educar os seus filhos a amar o Senhor e a obedecer-Lhe. Por seu exemplo e suas palavras, que Cristo é um disciplinador amoroso, sempre terno e solícito, desejando que eles se tornem membros de Seu corpo, a família de Deus. Crescente intimidade familiar é um dos característicos da mensagem final do evangelho.
› Razões b íblicas: Gênesis 2:18-25; Deuteronômio 6:5-9; João 2:1-11; Efésios 5:21-33; Mateus 5:31 e 32; 19:3-9; Provérbios 22:6; Efésios 6:1-4; Malaquias 4:5 e 6; Marcos 10:11 e 12; Lucas 16:18; I Coríntios 7:10 e 11 

quinta-feira, 19 de maio de 2011

AS 28 DOUTRINAS DA IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA ( 8º cont.)


17 - O Dom de Profecia 
Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Este dom é uma característica da Igreja remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja. Eles também tornam claro que a Bíblia é a norma pela qual deve ser provado todo o ensino e experiência.
› Razões bíblicas: Joel 2:28 e 29; Atos 2:14-21; Hebreus 1:1-3; Apocalipse 12-17; 19:10

18 - A Lei de Deus |
Os grandes princípios da lei de Deus são incorporados nos Dez Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo. Expressam o amor, a vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e das relações humanas, e são obrigatórias a todas as pessoas, em todas as épocas. Estes preceitos constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e a norma no julgamento de Deus. Por meio da atuação do Espírito Santo, eles apontam para o pecado e despertam o senso da necessidade de um Salvador. A Salvação é inteiramente pela graça, e não pelas obras, mas seu fruto é a obediência aos mandamentos. Essa obediência desenvolve o caráter cristão e resulta numa sensação de bem-estar. É uma evidência de nosso amor ao Senhor e de nossa solicitude por nossos semelhantes. A obediência da fé demonstra o poder de Cristo para transformar vidas, e fortalece, portanto, o testemunho cristão.
› Razões bíblicas: Êxodo 20:1-17; Mateus 5:17; Deuteronômio 28:1-14; Salmos 19:7-13; João 14:15; Romanos 8:1-4; I S. João 5:3; Mateus 22:36-40; Efésios 2:8

19 - O Sábado 
O bondoso Criador, após os seis dias da Criação, descansou no sétimo dia e instituiu o sábado para todas as pessoas, como memorial da Criação. O quarto mandamento da lei de Deus requer a observância deste sábado do sétimo dia como dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com o ensino e a prática de Jesus, o Senhor do sábado. O sábado é um dia de deleitosa comunhão com Deus e uns com os outros. É um símbolo de nossa redenção em Cristo, um sinal de nossa santificação, uma prova de nossa lealdade e um antegozo de nosso futuro eterno no reino de Deus. O sábado é um sinal perpétuo do eterno concerto de Deus com Seu povo. A prazerosa observância deste tempo sagrado duma tarde a outra tarde, do por-do-sol ao por-do-sol, é uma celebração dos atos criadores e redentores de Deus.
› Razões bíblicas: Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11; 31:12-17; Lucas 4:16; Hebreus 4:1- 11; Deuteronômio 5:12-15; Isaías 56: 5 e 6; 58:13 e 14; Levítico 23:32; Marcos 2:27 e 28 |