Baruch Hashem, Glória a YAHWEH e Honra a Yeshua, o Mashiach de Israel

"Ninguém que põe a mão no arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus"Lucas 9:62

“Porque o Senhor me libertou do império das trevas e me transportou para o Reino do Filho do Seu Amor” Cl 1:13

Já orou por seus filhos hoje?

Porque não criamos nossos filhos para povoarem o inferno


Filhos

Filhos

"Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria,

que não se compadeça dele, do filho do seu ventre?
Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti. "
Isaías 49:15

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Sejam bem-vindos!

Nós somos os filhos e as filhas do Papai do Céu!

quinta-feira, 11 de agosto de 2011


Sexta
Ano Bíblico: Sl 90-99


Estudo adicional


Leia de Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 44-51: “A Criação”; p. 52-62: “A Tentação e a Queda”; p. 71-74: “Caim e Abel Provados”; p. 105-107: “Depois do Dilúvio”; p. 145-155”: A Prova da Fé”; p. 195-203: “A Noite de Luta”.

O voto [de Jacó em Betel] era o transbordar de um coração cheio de gratidão pela certeza do amor e misericórdia de Deus. Jacó entendia que Deus tinha direitos sobre ele, os quais ele devia reconhecer, e que os sinais especiais do favor divino a ele concedidos exigiam retribuição. Assim, toda bênção que nos é concedida reclama uma resposta ao autor de todas as nossas vantagens. O cristão deve muitas vezes rever sua vida passada, e relembrar com gratidão os preciosos livramentos que Deus operou em favor dele… Deve reconhecê-los todos como provas do cuidado vigilante dos anjos celestiais. Em vista dessas bênçãos inumeráveis, deve muitas vezes perguntar, com coração submisso e grato: “Que darei ao Senhor, por todos os Seus benefícios para comigo?” (Sl 116:12; Ellen G. White,Patriarcas e Profetas, p. 187).

Perguntas para consideração
1. Como a justiça pela fé no que Cristo fez por nós pode estar no centro de toda a nossa adoração? Considere as questões: 1) Por que O adoramos? 2) O que Ele fez que O torna digno de adoração? 3) Para qual propósito serve nossa adoração a Deus?
2. Como os cultos de adoração podem se tornar um instrumento mais eficaz para dizer ao mundo quem é Deus realmente e como Ele é? Que elementos do culto podem ser especialmente úteis em nosso testemunho?
3. Examine a história de Abraão entregando o dízimo a Melquisedeque (Gn 14:20). De que forma a entrega do dízimo é um ato de adoração? O que estamos dizendo a Deus quando Lhe devolvemos o dízimo?
4. Pense mais na ideia de reverência e temor na adoração. Por que esses são elementos importantes? O que há de errado com a atitude que parece colocar Deus em nosso próprio nível, em que nos relacionamos com Ele no culto com a mesma atitude que temos para com um bom amigo e nada mais?

Respostas Sugestivas: 1: Escondeu-se, ficou com medo e vergonha. Colocou a culpa em Eva. O pecado quebrou o rlacionamento com Deus. 2: Caim escolheu sua própria oferta. Abel ofereceu um animal do seu rebanho, conforme a vontade de Deus. 3: Corrupção do gênero humano; crescente maldade no coração. Os resultados foram o dilúvio e a destruição. 4: Levantou um altar e ofereceu sacrifício ao Senhor. Simbolizava a consagração completa do adorador a Deus. 5: Um homem de fé, fiel ao chamado de Deus. Os altares que ele construía eram uma prova de sua ligação a Deus. 6: Para provar sua fé e confiança. A confirmação da promessa divina do Cordeiro que viria para salvar a humanidade. 7: Respondeu com obediência, reconhecendo o cuidado divino. Erigiu uma coluna e fez uma aliança com Deus, prometendo fidelidade nos dízimos.

Para que não nos esqueçamos!


Quinta
Ano Bíblico: Jr 4–6

Os salmos 78105 e 106, que estão entre os mais extensos, são hinos impor­tantes que deviam ser cantados ou recitados para lembrar a Israel acerca da liderança de Deus no passado.

12. Leia o Salmo 78:1-8. Por que Deus quer que o povo lembre sua história? Leia também Deuteronômio 6:6-9 e 1 Coríntios 10:11. Como podemos aplicar esse princípio em nosso contexto e experiência, que são bem diferentes da história deles?
Uma das formas pelas quais Deus Se revela é através da história. No entanto, cada geração deve ter uma nova experiência com Ele, com base nessa história. Por essa razão, não apenas a música, mas a proclamação da Palavra de Deus na adoração é vital tanto para as gerações do passado quanto para as novas gerações, para manter diante das pessoas a liderança de Deus no passado. O salmo 78 é uma advertência de que a história não deve se repetir, mas, ao mesmo tempo, é uma lembrança reconfortante da maneira graciosa pela qual Deus lidou com Seu povo rebelde. Parece haver uma urgência na promessa imperativa, “contaremos à vindoura geração os louvores do Senhor, e o Seu poder” (v. 4). O salmo 105:2 nos convida: “Cantai-Lhe salmos; narrai todas as Suas maravilhas”.

O Salmo 119, o mais longo poema no livro de Salmos, contém o frequente refrão: “ensina-me os Teus estatutos”, indicando a importância das Escrituras como base para o ensino da piedade e justiça. Paulo repete esse pensamento quando instrui o jovem pregador, Timóteo: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2Tm 3:16).

Paulo exorta Timóteo: “Prega a palavra” (2Tm 4:2). Negligenciar a proclamação da Palavra na adoração é diluir o poder que o evangelho tem de alcançar corações, mudar vidas e enriquecer a experiência de adoração dos fiéis.

Quantas vezes você já teve a experiência de algo maravilhoso e miraculoso que o Senhor fez em sua vida, mas se esqueceu logo depois e demonstrou medo e falta de fé, quando uma nova crise surgiu? Seja no culto coletivo ou na sua comunhão particular, como você pode aprender a manter viva em sua mente a direção de Deus em sua vida? Por que isso é tão importante?

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Adoração e o santuário


Quarta
Ano Bíblico: Jr 1–3


“Suba à Tua presença a minha oração, como incenso, e seja o erguer de minhas mãos como oferenda vespertina” (Sl 141:2).

8. Que imagem está sendo usada nesse verso? O que ela representa?

Todo o ritual do santuário do Antigo Testamento estava centralizado no conceito de sacrifício. Por mais que o inimigo do ser humano o tenha pervertido, até o ponto em que sacrificavam os próprios filhos a fim de (como eles acreditavam) apaziguar um deus irado (ou deuses), o sistema sacrifical foi destinado a apontar para a morte de Jesus, em favor de toda a humanidade. Ele devia mostrar a futilidade das nossas obras para nos salvar, mostrar que o custo do pecado foi a vida de uma vítima inocente, e que o Senhor tinha um plano pelo qual os pecadores poderiam ser perdoados, purificados e aceitos pelo Senhor, por meio de Sua graça.

Não é de admirar, então, que muitos salmos, tão importantes para a adoração em Israel, utilizassem imagens e exemplos do ritual do santuário. Leia Sl 20:343:451:1954:6118:27134:2141:2. Medite no serviço do santuário: o sacrifício de animais, o ministério dos sacerdotes, os móveis no pátio, o lugar santo e o santíssimo.

9. Que verdades sagradas podemos tirar do santuário terrestre sobre a obra de Jesus em nosso favor? Por que essas verdades devem ser tão importantes em nossa adoração ao Senhor?

10. Leia o Salmo 40:6-8 e Hebreus 10:1-13. Como Paulo relaciona o Salmo 40:8 com o sistema de sacrifícios?

A ênfase do autor é que temos salvação por meio de Cristo não por intermédio da morte de animais. Somente através de Cristo há verdadeiro perdão dos pecados. Todo o sistema terrestre era apenas um precursor do que Jesus faria em favor da humanidade. Ele estava dizendo a seu público, mais provavelmente judeus crentes em Jesus, que eles precisavam deixar de olhar o sistema terrestre e focalizar sua atenção e adoração em Jesus. Em outras palavras, embora todo o serviço do santuário apontasse para Cristo, eles precisavam, como cristãos, se deslocar dos símbolos para a realidade, que era Jesus e Seu ministério em favor deles no santuá­rio celestial, depois de Sua morte expiatória.

11. Como podemos ter certeza de que não tornamos o culto e seus detalhes um fim em si mesmo? Como podemos fazer com que cada aspecto de nossa adoração nos conduza para Jesus e Sua obra em nosso favor?

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

“Como os animais que perecem”


Terça
Ano Bíblico: Is 63–66


 
Como vimos ontem, e como sabemos muito bem, neste mundo reinam grande desigualdade e injustiça. Um percentual relativamente pequeno de pessoas vive no luxo, em contraste com grandes multidões que lutam com dificuldade para sobreviver. O abismo entre ricos e pobres parece crescer constantemente; e o que piora a situação é que, muitas vezes, o rico se torna mais rico explorando o pobre. Na Bíblia, o Senhor advertiu sobre essa exploração e injustiça. Os culpados de tal exploração, que não se arrependerem nem abandonarem essa prática, terão muitas explicações que dar no dia do juízo.

5. Como o Salmo 49 se relaciona com o que lemos ontem? Qual é sua mensagem fundamental? Onde podemos encontrar o evangelho nessa passagem? Que esperança suprema é apresentada?

É tão fácil se apegar às coisas deste mundo, especialmente se você tem muitas coisas, como os ricos. No entanto, como diz o salmo, e como já devemos saber, as coisas deste mundo são fugazes, transitórias e se perdem facilmente. Tudo pelo que você tem trabalhado, tudo que você tem lutado para conseguir, tudo que é importante para você, pode ser tirado, perdido, destruído da noite para o dia. Vivemos à beira de um precipício, pelo menos nesta vida. Felizmente, como esse salmo mostra, e como grande parte da Bíblia atesta, esta vida não é tudo que existe.

6. Considere os versos 7-9 do Salmo 49. Dado o contexto imediato, qual é a sua mensagem?

7. De acordo com o salmista, quantos dependem de Cristo para a salvação? Escolha a resposta certa:

A) Somente os pobres ( )
B) Somente os ricos ( )
C) Todos precisam ( )

Você já se flagrou sentindo inveja dos que têm mais do que você? Por que é tão importante entregar esses sentimentos ao Senhor? Como tais emoções atrapalham sua vida espiritual, seu relacionamento com Deus e sua fé em geral? Você acha que concentrar a mente em Jesus, na cruz e na salvação libertam a pessoa da inveja?

Juízo de Seu santuário


Enquanto muitos salmos foram escritos para adoração pública, muitos outros são orações de angústia e sofrimento pessoal. Essas lamentações normalmente contêm uma descrição do problema, a súplica do sofredor por ajuda , uma afirmação da confiança do escritor em Deus e suas razões para isso.

No Salmo 73, o suplicante fica irado porque, enquanto ele sofre injustiça, os perversos prosperam e vivem sem preocupações.

4. Leia o Salmo 73. O que provocou a mudança em sua atitude diante do problema? Que mensagem podemos tirar desse texto, no contexto do ministério de Cristo no santuário celestial, com suas verdades sobre Deus e sobre o plano da salvação? Dn 7:9, 1013, 1425, 26
O juízo nos Salmos, e na Bíblia como um todo, é uma espada de dois gumes: punição merecida sobre os ímpios e defesa dos oprimidos e humildes (Sl 7:9, 109:7-1275:294:1-320-2298:9). O Salmo 68:24 retrata como os ímpios veem Deus entrando no santuário em grande procissão. O trono de Deus, que representa justiça e misericórdia, é simbolizado pela arca da aliança no lugar santíssimo do santuário. Assim, o santuário, o lugar de adoração, se torna um porto de refúgio para os aflitos.

Aqui também vemos o tema do juízo repetido na mensagem do primeiro anjo: “...dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo” (Ap 14:7). Uma das coisas que fazem Deus tão digno da nossa adoração é que podemos realmente crer que, no fim, não somente ocorrerá o juízo, mas que ele será justo e verdadeiro, bem diferente da justiça falível e imperfeita, mesmo sendo administrada nos melhores tribunais humanos. Desde a morte de Abel, cujo sangue clamou da terra (Gn 4:10), até hoje e até o último dia da história da humanidade caída, os crimes, a injustiça e as desigualdades deste mundo certamente clamam por justiça. A boa notícia é que podemos crer que, em Seu tempo e modo, Deus corrigirá tudo, por mais difícil que seja, hoje, percebermos e compreendermos isso (1Co 4:5).

Você já observou injustiças? Já foi vítima de injustiças? De que maneiras você pode aprender a confiar em Deus e na promessa da justiça definitiva e verdadeira, tão rara no mundo de hoje?

“Como é agradável o lugar da Tua habitação, Senhor dos Exércitos! A minha alma anela, e até desfalece pelos átrios do Senhor; o meu coração e o meu corpo cantam de alegria ao Deus vivo” (Sl 84: 1, 2, NVI).



A palavra hebraica traduzida como “Salmos” vem de uma raiz que significa “cantar com acompanhamento instrumental”. Portanto, os salmos eram canções que estavam intrinsecamente envolvidas com a adoração em Israel. Embora tenhamos as letras (os textos dos salmos), não temos as músicas. Como seria fascinante ouvir essas canções, em sua língua original, cantadas com suas melodias originais!

Os Salmos são ricos e profundos, abrangendo uma ampla variedade de temas e emoções, tratando de tudo, desde a história do povo de Israel à dor mais íntima e pessoal do salmista. Nesse sentido, eles falam a nós porque, embora como Igreja, sejamos parte da longa história que remonta a Israel, também temos nossa dor pessoal. É difícil não nos identificarmos, em um momento ou outro, com algumas das angústias expressas nos Salmos. Ao mesmo tempo, porém, é fundamental que estendamos a mão e nos apeguemos à esperança manifestada neles.

Nesta semana, estudaremos os Salmos e alguns dos temas encontrados neles, e como esses temas se relacionam com a questão da adoração e o que isso significa para nós hoje.




Ano Bíblico: Is 56–58


Adoremos o Senhor, nosso criador


Os salmos de louvor descrevem quem é Deus e por que Ele é digno de adoração. Eles declaram Sua grandeza, e chamam os adoradores para vir com alegre adoração para honrá-Lo.

1. O que os exemplos a seguir têm em comum? Sl 90:1, 295:1-6100:1-5

2. O salmo 19 é outra canção de louvor a Deus como criador. Qual é a sua mensagem essencial? Por que ela é tão importante, diante dos argumentos de que existimos apenas como resultado de forças naturais desorientadas, que nos criaram unicamente por acaso?

3. Observe como o salmista muda repentinamente da discussão da glória de Deus revelada nos Céus para Sua Palavra revelada. Essa mudança abrupta é intencional. Leia João 1:1-3Colossenses 1:16, 17Hebreus 1:1-3. Que grande verdade o salmista está enfatizando?

O mesmo Deus que criou o mundo com Sua Palavra, também deu as leis morais, físicas e sociais, para governar a família humana. O Antigo Testamento claramente identifica Deus igualmente como criador do mundo e doador da lei escrita. Os escritores do Novo Testamento veem Jesus Cristo como criador e doador da lei, e também como o Verbo que Se fez carne, que viveu entre Suas criaturas, a fim de revelar a elas o Pai e para morrer como seu substituto. Assim, somente Ele é digno de adoração e culto.

Vemos nos Salmos um dos princípios fundamentais da adoração, como vemos na mensagem do primeiro anjo (Ap 14:7). Adoramos o Senhor porque Ele é nosso criador. O fato de ser Ele o criador está diretamente ligado ao Seu papel como Redentor (Ap 14:6). Criador e Redentor: se esses atributos não são razões para louvar e adorar, que outras razões poderíamos ter?

Como você pode conhecer melhor o Senhor através de Suas obras criadas?



Dá-me a conhecer, Senhor, o meu fim e qual a soma dos meus dias, para que eu reconheça a minha fragilidade. Sal. 39:4.





Hoje, quero convidar você a pensar na brevidade da vida. É o que o salmista faz. Ele nos leva a pensar. O inimigo não gosta que o ser humano pense, especialmente quando se trata de assuntos espirituais. Essa é a melhor maneira de levá-lo a viver descuidadamente, como se a vida nunca fosse terminar.
O apóstolo Tiago parece desenvolver o pensamento do texto de hoje ao declarar: “Atendei, agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã, iremos para a cidade tal, e lá passaremos um ano, e negociaremos, e teremos lucros. Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa.” Tiago 4:13 e 14.
A Bíblia não ensina que fazer planos seja errado. Uma vida sem planos não tem sentido. O salmista aconselha a planejar, tendo em conta a brevidade da vida.
Se você tivesse que fazer apenas cinco coisas na vida: criar seus filhos, conseguir um título profissional, construir uma casa, estar em paz com Jesus e deixar uma boa herança para seus filhos. Qual seria a ordem de prioridade? Que coisa você faria primeiro? Qual deixaria para o fim? Uma coisa depende da outra? Com certeza; mas o fundamento espiritual lhe dá sentido a tudo.
Quantas vezes encontro pessoas que, no fim da existência, lamentam-se pelo tempo perdido e as oportunidades desperdiçadas.
Um homem que cometeu suicídio ao descobrir que estava com Aids deixou escrito o seguinte: “Deus me chamou na meninice, na juventude e na vida adulta. Nunca quis ouvir Sua voz. Hoje, descobri que estou condenado. Sei que morrerei e sinto a voz de Deus chamando-me. Mas, por que devo aceitar, se a minha vida já não tem valor?”
Você reconhece a sua fragilidade? Sabe que hoje é, mas que amanhã não será? Por que não dar valor às coisas que realmente valem? Por que não mudar as prioridades da vida? Amar, perdoar, dar uma nova oportunidade a quem errou. Desfrutar as alegrias simples da vida, importar-se com as lágrimas de uma criança, ser gentil; enfim, são coisas pequenas que valem a pena serem vividas. Que a sua oração seja: “Dá-me a conhecer, Senhor, o meu fim e qual a soma dos meus dias, para que eu reconheça a minha fragilidade.”


Por Alejandro Bullón 

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Davi: uma canção de louvor e adoração


Davi: uma canção de louvor e adoração

A compreensão que Davi tinha de Deus e da salvação que Ele ofereceu moldou não somente sua própria vida, mas sua liderança espiritual e sua influência sobre o povo. Suas canções e orações refletem profundo sentimento de temor pelo Deus que ele amava e conhecia como amigo pessoal e Salvador.

De acordo com 1 Crônicas 16:7, Davi apresentou a Asafe, seu dirigente de música, uma nova canção de gratidão e louvor, no dia em que a arca foi transferida para Jerusalém. Esse salmo de louvor consiste em dois aspectos importantes da adoração: a revelação de Deus como um ser digno de adoração e a resposta adequada do adorador. Nesse cântico, Davi primeiramente chama os adoradores para a participação ativa na adoração.

Leia todo o cântico em 1 Crônicas 16:8-36. Observe com que frequência são utilizadas as seguintes palavras e expressões, especialmente na primeira parte do cântico: render graças, cantar, invocar o Seu nome, buscar o Senhor, fazer conhecidos, narrar, anunciar, tributar glória, proclamar, lembrar e trazer ofertas. Davi, em seguida, apresentou alguns dos motivos pelos quais Deus é digno de nosso louvor e adoração.

4. Que eventos do passado o povo de Israel devia fazer conhecidos aos outros povos? 1Cr 16:81216-22Que atos especiais de Deus eles deviam lembrar? Versos 12 e 15.

5. A repetição da aliança, feita pelo salmista, ocupa quase um terço desse hino de gratidão. De que forma a aliança se relaciona com a adoração?

A aliança que Deus fez com Abraão, Isaque e Jacó foi baseada em Sua capacidade, como governante deles, para fazer deles uma grande nação, abençoá-los e levá-­los para a terra prometida. A parte deles era amar, obedecer e adorar ao Senhor, como seu Pai e Deus. Por mais diferente que seja nosso contexto hoje, o mesmo princípio ainda permanece.

Medite nas formas pelas quais Davi nos convida a adorar a Deus. Como essas mesmas ideias podem ser refletidas em nossa adoração coletiva, em nosso tempo, lugar e contexto?

Coração contrito, espírito quebrantado


Segunda
Ano Bíblico: Is 34–37


Coração contrito, espírito quebrantado


Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus” (Sl 51:17). Pense nessas palavras de Davi, mas no contexto da adoração (afinal, no antigo Israel, a adoração era centralizada no sacrifício). Perceba, também, que a palavra traduzida como “contrito” vem de uma palavra hebraica que significa “esmagado”.

3. O que o Senhor está nos dizendo no Salmo 51:17? Como devemos entender essa ideia, visto que deve haver alegria na adoração? É possível harmonizar essa alegria com a contrição, ou elas são contraditórias?
Como cristãos, aceitamos como fato (ou, pelo menos, devemos aceitar) que toda a humanidade está caída, é pecaminosa e degradada. Essa degradação e pecaminosidade inclui cada um de nós, individualmente. Pense no contraste entre o que você sabe que poderia ser e o que é; o contraste entre os tipos de pensamentos que passam por sua mente e aquilo que você sabe que deveria pensar; o contraste entre o que você faz (ou deixa de fazer) e o que deveria fazer. Como cristãos, com o modelo bíblico de Jesus diante de nós, a compreensão pessoal da nossa verdadeira natureza pode ser especialmente devastadora. É dessa reflexão que surgem nosso espírito quebrantado e esmagado e nosso coração contrito. Se aqueles que professam ser cristãos não percebem isso, são realmente cegos, e muito provavelmente não tiveram uma experiência de conversão, ou a perderam.

No entanto, a alegria vem de saber que, apesar de nosso estado caído, Deus nos amou tanto que Cristo veio ao mundo e morreu, oferecendo-Se por nós, e saber que Sua vida, Sua santidade e Seu caráter perfeitos, são creditados a nós, pela fé. Novamente, aparece o tema do “evangelho eterno” (Ap 14:6). Nossa adoração deve se concentrar não apenas em nossa pecaminosidade, mas na cruz, a maravilhosa solução de Deus para o pecado. É claro, precisamos ter o coração quebrantado e esmagado, mas precisamos sempre colocar essa triste realidade no contexto daquilo que Deus fez por nós em Cristo. De fato, a percepção de como somos maus conduz à alegria, porque sabemos que, apesar de nossa maldade, ainda assim podemos ter vida eterna, e Deus, pelos méritos de Jesus, não levará em conta as nossas transgressões. Essa é uma verdade que deve estar sempre no centro de todas as experiências de adoração, quer coletivas ou individuais.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Que me pode fazer um mortal ?


Em Deus, cuja palavra eu exalto, neste Deus ponho a minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer um mortal? Sal. 56:4.

O verso de hoje apresenta uma luta estranha no coração do salmista. “Nada temerei”, declara ousadamente. Mas no verso anterior ele diz: “Em me vindo o temor”. Afinal de contas, Davi está ou não com medo? A resposta é: Está e não está. Ele era um ser humano. Sua mente via a iminência do perigo e temia. Não era tão néscio para fazer de conta que tudo estava bem, quando não estava. A autêntica fé não leva ninguém a desafiar o perigo. Se o fizesse, a pessoa cairia na presunção.

Na mente do salmista acontecia algo dramático. O medo instintivo o assaltava, mas não o dominava. “Em Deus ponho minha confiança”, declara ele. Num determinado momento, o medo e a confiança se agarravam numa luta corporal pelo controle da mente.

Todos os dias acontece o mesmo conosco. Sabemos que podemos confiar. O Senhor nos tem dado abundantes provas de Seu amor protetor. Queremos confiar, mas o temor parece mais forte do que as próprias forças.

Existe momento em que nos sentimos confusos. Respondemos de modo mais estranho aos desafios que a vida apresenta.

Por que acontece isso conosco? Talvez porque ainda não descobrimos o segredo que Davi descobriu. “Em Deus, cuja palavra eu exalto” (Sal. 56:4), afirma ele. O destaque nessa frase é a Palavra de Deus. Ela é eterna. Não falha. É confiável. “Seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a Palavra de nosso Deus permanece eternamente.” Isa. 40:8.

Todo aquele que conhece a Palavra de Deus, confia nEle. A fé não cresce de forma mística, romântica ou filosófica. É um crescimento concreto e prático. “Vem... pela palavra de Cristo.” Rom. 10:17.

O resultado final de confiar em Deus e na Sua Palavra é dizer como Davi: “Que me pode fazer um mortal?” Sal. 56:4.

Portanto, hoje, parta para a luta da vida confiando nas promessas divinas. Haverá pedras no caminho, com certeza, mas você terá a orientação oportuna de Deus para passar por cima das dificuldades. Diga: Em Deus, cuja Palavra eu exalto, ponho a minha confiança e não temerei. “Que me pode fazer um mortal?”

por Alejandro Bullón