Baruch Hashem, Glória a YAHWEH e Honra a Yeshua, o Mashiach de Israel
"Ninguém que põe a mão no arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus"Lucas 9:62
“Porque o Senhor me libertou do império das trevas e me transportou para o Reino do Filho do Seu Amor” Cl 1:13
Já orou por seus filhos hoje?
Porque não criamos nossos filhos para povoarem o inferno
Filhos
"Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria,
que não se compadeça dele, do filho do seu ventre?
Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti. "
Isaías 49:15
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Sejam bem-vindos!
Nós somos os filhos e as filhas do Papai do Céu!
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Prioridade dos direitos de Deus
Os que amam a Deus supremamente reconhecem que são ricos além de toda a comparação, da riqueza que Deus lhes dá. … O homem não possui coisa alguma a que tenha direito exclusivo. Não possui nem mesmo a si próprio; pois foi comprado por preço, o próprio sangue do Filho de Deus. Cristo tem direito a todas as propriedades do mundo. Ele pode pôr em atuação uma cadeia de circunstâncias que arrebatarão o acumulado lucro de anos. Pode Ele também prover o auxílio necessário a Seus filhos.
É Deus quem dá ao homem o fôlego de vida. Nós não podemos originar nada; só podemos juntar aquilo que Deus originou. Ele é nosso guardador, nosso conselheiro; e mais que isso, de Seu liberal suprimento recebemos toda a aptidão, todo tato e habilidade que possuímos. … Tudo que possuís é dom dEle; pois vós nada possuíeis com que o pudésseis criar ou comprar. É-vos dado, não para se tornar uma cunha que vos separe dEle, mas para ajudar-vos em fazerdes o Seu serviço.
No momento em que o homem perde de vista o fato de que suas aptidões e posses pertencem ao Senhor, está ele dissipando os bens de seu Senhor. Faz a parte de um mordomo injusto, provocando o Senhor a transferir os Seus bens para mãos mais fiéis. Deus impele aqueles a quem confiou os Seus bens a administrá-los fielmente, mostrando ao mundo que estão trabalhando para a salvação dos pecadores. Ele roga aos que professam estar sob Sua supervisão, que não O representem mal no caráter. … Ele diariamente nos cumula de benefícios. … Usando a coroa de Seu real favor, glorifiquemo-Lo comunicando aos outros a abundância que Ele nos concedeu.
Quem nos dera amor, sagrado, santo e altruísta amor! Reconheçamos, como representantes do Senhor, que terrível coisa é representar falsamente o Salvador, revelando egoísmo. Deus roga a Seus filhos e filhas que mostrem ao mundo que Ele não é egoísta, mas é rico em planos generosos, altruístas. Está Ele à espera de condutos através dos quais comunicar a riqueza de Seu amor.
Ellen G. White, nos Lugares Celestiais, pág. 310.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
"Não ajunteis para vós tesouros na terra; onde a traça e a ferrugem os consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consumem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração." Mateus 6.19-21
Havia um homem muito rico e que possuía muitos bens, acumulados ao longo da sua vida à custa de muito trabalho.
Ele tinha um único filho, que, ao contrário do pai, não queria nada com o trabalho nem com os estudos. O que ele mais curtia eram mulheres e festas com os amigos.
Seu pai sempre o advertia sobre a importância do trabalho e dos estudos.
Os amigos só estariam ao seu lado enquanto ele tivesse algo para lhes oferecer.
Os conselhos e ensinamentos do pai chegavam aos ouvidos do jovem, mas ele não assimilava nada c continuava com sua vida vazia de conteúdo e sem objetivos.
Um dia, o velho pai mandou os empregados construírem um pequeno celeiro nos fundos da casa e, dentro dele, uma forca com os seguintes dizeres:
"Eu Nunca Ouvi os Conselhos do Meu Pai".
Mais tarde ele chamou o filho, levou-o ao celeiro e disse:
Meu filho, já estou velho e quando eu morrer, tudo isso será seu. Se você fracassar quero que me prometa que vai-se enforcar nesta forca.
O jovem, incrédulo com aquela louca proposta riu, achou tudo um absurdo, mas, para não discutir com o pai, fez a promessa pensando consigo mesmo que jamais faria aquilo.
O tempo passou, o velho pai morreu e o filho herdou todos os seus bens, assumindo os negócios da família; mas, como havia sido previsto, gastou muito em festas, perdeu dinheiro em negócios malfeitos e começou a vender o patrimônio. Em pouco tempo perdeu tudo. Perdeu os amigos e, desesperado, lembrou-se do pai, cujos conselhos jamais ouvira e então começou a chorar copiosamente.
Pesaroso, levantou os olhos vermelhos e avistou ao longe o velho celeiro e aí se lembrou da promessa feita a seu pai.
Deprimido e enfraquecido caminhou. até lá e, lendo as palavras escritas na placa, entrou novamente em choro convulsivo, decidiu então cumprir a promessa, já que nada mais lhe restava na vida.
Pensava ele: "Pelo menos agora vou alegrar meu pai, cumprindo minha palavra".
Subiu na forca, pendurou a corda no pescoço e jogou-se no ar, sentindo por um instante o aperto em sua garganta.
Mas o braço da forca era oco e. quebrou-se antes que o rapaz morresse.
Ele caiu ao chão e do braço oco da forca, caíram jóias, esmeraldas e diamantes.
Uma pequena fortuna que trazia junto um bilhete com os seguintes dizeres:
"Esta é a sua nova chance, Eu o Amo Muito, SEU PAI"
Todos temos direito a uma segunda oportunidade, mas, se ouvirmos os conselhos dos mais experientes, o preço desta segunda oportunidade poderá ser muito menor.
Desconheço o Autor
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Quando tudo está contra você
A verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem. João 1:9.
Lizzie começou a vida muito por baixo. Esmagada pelo abuso e negligenciada em sua infância, finalmente ela fugiu para a vida nas ruas. Enquanto criança, quase todas as noites, quando seu pai voltava do trabalho para casa, ele forçava Lizzie a ficar em pé, de braços estendidos para a frente. Então, batia nela com o cinto até que ela chorasse. Ele apenas presumia que ela fizera algo errado naquele dia.
À medida que crescia, Lizzie ia sofrendo cada vez mais abuso. Ela era um caso clássico de uma pessoa que não teve chance na vida, nem chance de uma vida emocional saudável.
Mesmo assim, contra todas as perspectivas, aquela menina venceu. Avancemos alguns anos. Encontramos Lizzie transformada em Angel Wallenda, exibindo-se diante de grandes platéias, caminhando na corda-bamba com seu marido, Steven.
Steven Wallenda era um membro da mais famosa família de acrobatas da corda-bamba do circo. Quando conheceu Lizzie, ele ficou logo afeiçoado por sua personalidade amável e amistosa. Ela havia passado por tantas coisas e mesmo assim parecia bastante otimista com tudo. Steven considerava-a uma dádiva de Deus para sua vida.
A menina a quem um pai cruel fustigara podia agora levantar a cabeça bem alto e movimentar-se com elegância e precisão na corda-bamba. E havia outras coisas que ela fazia. Angel demonstrava uma extraordinária estabilidade emocional. Quando o câncer ameaçou sua carreira e sua vida, ela não se desesperou. Ela lutou, provando ser uma fonte de força para o seu marido. Quando parte da sua perna teve de ser amputada, ela não desistiu. Lutou para fazer o impossível. Angel tornou-se a única pessoa na história a andar na corda-bamba com uma perna artificial!
Seja qual for a sua origem, sejam quais forem as suas dificuldades, Cristo é a luz verdadeira que ilumina a todos. A luz do amor de Cristo pode inspirar sua vida hoje. A luz da graça de Cristo pode resplandecer em seu rosto, apesar das circunstâncias pelas quais você tem passado. Quanto mais profunda for a escuridão, mais a luz de Cristo brilha.
Quando tudo parece estar contra você, deixe que a luz de Cristo brilhe por seu intermédio.
Pr. Mark Finley – Sobre a Rocha.
domingo, 2 de setembro de 2012
Lembretes do lar celestial
Há beleza na grandiosidade majestosa do vale, nas solenes rochas maciças com suas fendas; há majestade nas altaneiras montanhas que parecem tocar o firmamento. Eis as árvores erguidas com suas folhas de delicados feitios; as hastes de erva, o botão a entreabrir-se e a flor que desabrocha, as árvores da floresta, e tudo quanto tem vida. Todos apontam à mente o grande Deus, o Deus vivo. Todas as faculdades de nosso ser testificam da existência de um Deus vivo, e podemos aprender do livro aberto da natureza as mais preciosas lições quanto ao Senhor do Céu.
Neste estudo expande-se a mente, é elevada e exaltada, e torna-se sedenta de conhecer mais de Deus e de Sua majestade. Despertam-se em nosso coração sentimentos não só de reverência e respeitoso temor, mas de amor e de fé, de confiança e inteira dependência dAquele que é doador de todo o bem. E ao contemplar-Lhe eu as obras maravilhosas e ver as provas de Seu poder, indago instintivamente: “Que é o homem mortal para que Te lembres dele? e o filho do homem, para que o visites?” Salmos 8:4.
Toda a grandeza e glória dessas coisas admiráveis na casa de Deus só podem ser apreciadas ao serem, no espírito, associadas com Deus e o lar futuro de bem-aventurança que Ele está preparando para os que O amam. … Ao passo que falamos largamente acerca de outros países, por que havíamos de ser reticentes com relação ao país celestial, e à casa não construída por mãos, eterna, nos Céus? Esse país celeste é de mais importância para nós que qualquer outra cidade ou país do globo, e portanto cumpre-nos pensar e falar desse país melhor — isto é, o celestial. E por que não havemos de conversar mais fervorosamente, e numa celeste disposição de espírito, acerca dos dons de Deus na natureza? … Estas coisas devem manter Deus em nossa lembrança, e elevar-nos o coração das coisas sensíveis, ligando-as com laços de amor e gratidão a nosso Criador.
Ellen G. White, Nossa Alta Vocação, pág. 247.
domingo, 26 de agosto de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Na Mira da Verdade
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Posted: 21 Aug 2012 02:12 PM PDT
A angústia dessa jovem pode ser a mesma de muitos(as) leitores(as) deste blog. Por isso, decidi disponibilizar a resposta que dei a ela (sem identificá-la), juntamente com um artigo elaborado por dois profissionais da área da saúde mental.
Peço a Deus que as linhas a seguir lhe ajudem a se sentir amado(a) por Deus e certo(a) da vitória final com a ajuda de Jesus Cristo (Rm 8:37).
RESPOSTA
Querida amiga…
Primeiramente quero dizer que me sinto honrado em receber o e-mail de uma filha de Deus sincera como você, que luta contra o pecado assim como todos nós, cristãos. Cada um possui seus conflitos internos e, por isso, devemos orar uns pelos outros ao invés de criticarmos aqueles que, assim como nós, sofrem e lutam pela mudança no estilo de vida.
Em segundo lugar, ao final deste texto disponibilizarei dicas importantíssimas, elaboradas pelos amigos Thais Souza (psicóloga) e Cesar Vasconcellos (médico psiquiatra), para que possa lidar com os seus impulsos.
Thais Souza trabalha na área de aconselhamento aqui na rede Novo Tempo. Além disso, oferece atendimento on-line pelo site www.thaissouza.com.br – com a autorização do Conselho Federal de Psicologia (CFP).
Já o Dr. Cesar Vasconcellos de Souza mantém um lindo ministério médico-missionário também através do site http://www.portalnatural.com.br
Voltemos a tratar do assunto de seu e-mail.
Apesar de você estar pecando segundo a Bíblia, digo-lhe que o Senhor não a abandonou. A graça de Cristo é maior que o seu pecado (Rm 5:20) e há uma diferença entre pecar voluntariamente por “rebeldia perversa” ou por “rebeldia não perversa” (diríamos assim).
Ao continuar na relação homossexual você peca por rebeldia sim, mas, não no sentido de afrontar a Deus por maldade. Você não afronta voluntariamente ao seu Criador, mesmo que Ele se entristeça com o seu tipo de relação. Ele entende sua fraqueza e sabe que, em algum momento de sua vida afetiva, passou por alguma situação que a fez buscar numa pessoa do mesmo sexo o amor, carinho e o senso de pertencer que tanta precisava.
Diante disso, o Senhor aceita-a do jeito que é?
Aceita-a para também ajudá-la a ser uma vencedora. Ele não a ama mais ou menos por ser hetero ou homossexual. O amor dEle por todos é incondicional (Rm 2:11). Porém, Ele chama a todos nós pecadores para uma mudança de vida, para que sejamos realmente felizes e preparados para ser cidadãos do Reino dEle:
“Darei a vocês um coração novo e porei um espírito novo em vocês; tirarei de vocês o coração de pedra e lhes darei um coração de carne.” (Ez 36:26).
Ninguém possui forças em si mesmo para lutar contra o próprio “eu”. Isso vem de fora de nós, de um Ser acima de qualquer outra criatura, que sabe percorrer por todos nossos caminhos psíquicos para mudar nosso padrão de pensamento (Rm 12:1, 2). Essa força recebemos daquele que pode atuar no “centro” de nosso DNA e nos ajudar a vivermos em harmonia com os mandamentos dEle (Jo 15:10; Ef 2:10), incluindo o de Levítico 18:22 (cf. Rm 1:26, 27), em que o Senhor pede para o ser humano não manter relações homoafetivas.
Filipenses 2:13 nos mostra Deus é a origem da força que nos impulsiona e capacita a fazermos a vontade dEle mesmo: “pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele”.
Por isso, lhe animo a não desistir. Vá à presença dEle apesar de suas tendências homossexuais. Aconselho-a ir à igreja, adorar ao seu Criador, mesmo que ainda não tenha conseguido abandonar a relação homossexual, pois, você precisa estar cada vez mais próxima de Jesus Cristo para que o Espírito Santo a ajude a não mais ser uma “pecadeira”:
“Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dará muito fruto; pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma.” (Jo 15:5).
Não tente sem Jesus ao seu lado. É impossível para qualquer um de nós vencer nossas tendências sem um Salvador como Ele. Do mesmo modo, é impossível não vencermos no final, se com perseverança (Lc 21:19) permanecermos na igreja e ser amigos de Jesus Cristo:
“Mas, em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Rm 8:39).
Em seu e-mail percebi que uma dúvida que permanece em sua mente é essa: “se me tornei cristã, por que não deixei de ter desejos homossexuais?”
Esse é um assunto complexo e a Palavra de Deus não nos dá maiores informações. A ciência, não tem todas as respostas para explicar a presença dos desejos homossexuais na vida de alguém durante sua existência (grande maioria), enquanto que outros vencem até mesmo os desejos (minoria).
Porém, o que a Bíblia nos revela é que Deus ama e auxilia pessoas que praticam as relações homoafetivas, para que vivam dentro dos padrões de sexualidade estabelecidos por Ele desde a criação do homem e da mulher (Gn 2:22-24). Veja o que Paulo escreveu em 1 Coríntios 6:11 à várias pessoas da igreja de Corinto que, no passado, também foram homossexuais (leia 1Co 6:9, 10):
“Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus.”
Pela fé (Hb 11:6) você precisa se apegar a essa promessa. Pela fé você deve crer que Deus a torna justa (justifica) pelos méritos de Cristo e a santifica, tornando-a parecida com Ele todos os dias (cf. Rm 8:29).
A santificação é um processo que leva a vida toda, mas, que no final, nos habilitará para a vida eterna (Rm 6:22; Hb 12:14). Por isso, se tiver que lutar contra o “eu” todos os dias, mesmo que em alguns momentos tenha algumas quedas, lute.
Não sei se Deus tirará de você, além da prática, a tendência. Ou, se fará isso apenas na volta de Cristo. Mas, de uma coisa tenho certeza: se permanecer com a tendência homossexual, Ele dará forças para lutar contra e viver sem ela. Ajudará você a gostar do sexo com um homem que seja seu marido (se essa for sua vontade), e lhe dará muitas alegrias com a maternidade. Ele mudará sua vida para melhor, se assim o permitir.
Mas, digamos que mesmo casada, sinta atração por mulheres. Isso significa que Deus irá “condená-la”? Com certeza, não. Lembra que anteriormente usei o termo “pecadeira”? Se uma pessoa continua com as tendências homossexuais (e ela não tem culpa por isso) e não pratica o ato homossexual ela não é uma “pecadeira”, que faz do pecado um estilo de vida. Ela é uma “pecadora”, assim como um heterossexual que, apesar de ter as próprias tendências para o pecado, luta com Cristo e, mesmo diante de alguns fracassos, não faz do pecado um estilo de vida.
Posso lhe garantir que, mesmo Deus não podendo salvar “pecadeiros” contra a vontade deles, Ele salva “pecadores” que se arrependem, vão a Ele em busca de auxílio (Mt 11:28-30) e se apropriam, pela fé, (Rm 5:1) dos méritos de Cristo (Jo 3:16, 36). [Sobre a salvação de pessoas com tendências homossexuais, leia o artigo “Os homossexuais serão salvos?” clicando aqui].
O Salvador é nosso intercessor (1Tm 2:5) diante de Deus Pai para aliviar nossa consciência culpada e massacrada pelo pecado e pelo Diabo. Ele é o grande Sumo Sacerdote (Hb 8:1, 2) que está à direta do Pai (Hb 1:1-3) para garantir, com Sua presença no Céu, que recebermos o favor divino todos os dias e socorro para lutarmos contra o mal e contra nossas inclinações pessoais para o pecado.
Desse modo, vá ao seu Salvador e Sumo Sacerdote Jesus agora mesmo e, pela fé, sente-se no colo do Pai, no Seu trono (Ef 2:6). Ele lhe dará o carinho que precisou na infância e adolescência, senso de pertencer, e lhe ajudará a buscar suas curas emocionais ao longo de sua vida. Nunca duvide do amor dEle por você porque nadairá impedi-Lo de amá-la e vê-la como uma filhinha que necessita de ajuda, amor, carinho, atenção e força para lutar e vencer.
“Em todas essas situações [inclusive na luta contra as tendências homossexuais]temos a vitória completa por meio daquele que nos
Certa vez um homem me escreveu contando de sua luta contra os desejos homossexuais. Ele me disse que era casado, tinha duas filhas, mas que ainda sentia atrações por homens. Porém, algo na trajetória que me mostrou o quanto a graça de Deus é poderosa foi a afirmação a seguir: “[...] Ainda gosto de homens, pois, já mergulhei fundo na prática homossexual. Mas, uma coisa faço: entrego a minha sexualidade para Jesus todos os dias e decidi permanecer fiel a minha esposa e ser um ótimo pai para minhas filhas”.
Isso vem de um cristão salvo pela graça e transformado pelo poder do Espírito Santo. Não restam dúvidas de que esse homem é um herói, e que ele está salvo em Jesus Cristo. Assim como Deus o ajudou a decidir-se pelo padrão de sexualidade criador por Ele (Gn 2:22-24), ajudará você, caso também entregue a sua sexualidade a Jesus diariamente.
Orei por você.
Um abraço e, muita paz!
[www.leandroquadros.com.br]
Homossexualidade – algumas explicações e orientações para quem não deseja praticá-la
Thais Souza, psicóloga
Dr. Cesar Vasconcellos, médico psiquiatra
Homossexualidade é uma conduta desenvolvida ao longo de anos especialmente no convívio familiar no qual a pessoa faz escolhas muito sutilmente, muito inconscientemente sobre sua orientação sexual. A ciência não comprova que uma pessoa nasça homossexual. Ela pode nascer com muita sensibilidade afetiva – que influencia a formação da imagem sexual, mas não se nasce homossexual.
A homossexualidade é fruto de uma combinação de fatores: predisposição genética (que é diferente de nascer homossexual), acontecimentos no ambiente de crescimento da pessoa e sensibilidade pessoal. Uma pessoa pode nascer com predisposição genética para a homossexualidade e não desenvolvê-la, caso o ambiente no qual viveu os primeiros anos da sua infância contribuiu para isto. Como? Sendo equilibradamente afetivo e com modelos de imagem sexuais dos pais.
Além disso, se a pessoa conseguir ter uma sensibilidade afetiva não fragilizada, isso também contribuirá para que não desenvolva as tendências homossexuais, mesmo tendo uma predisposição genética.
Uma coisa é o preconceito contra homossexuais; outra é dizer que a homossexualidade é natural. Nenhum tipo de preconceito pode fazer parte da vida de ninguém. Ao mesmo tempo, a ideia de que a homossexualidade é natural não é uma verdade comprovada cientificamente.
A opção pela homossexualidade é realmente uma questão de escolha até certo ponto, mas isso também não significa dizer que exista um “terceiro sexo”. Do ponto de vista cristão, Deus fez homem e mulher, macho e fêmea (Gn 1:27). Dois gêneros que se completam fisicamente, psicologicamente e espiritualmente.
A homossexualidade é uma busca erotizada para suprir profundas necessidades de afeto. Claro que pessoas heterossexuais, infelizmente, podem também buscar na sexualidade exageradas compensações afetivas, que não conseguem ter numa relação em que o afeto fique na esfera do carinho, sem se voltar logo para o erotismo. Mas isto é um distúrbio e não uma normalidade nas relações afetivas humanas. Muitos heterossexuais têm compulsão pelo sexo e isso não é normal.
Geralmente um rapaz homossexual deve ter tido uma imagem masculina paterna muito fraca, apagada e, talvez, uma mãe muito dominadora e possessiva que tinha aquele filho como uma espécie de aliado para sua (da mãe) solidão afetiva conjugal. Se o rapaz teve também uma extrema sensibilidade afetiva para questões de afeto, ele pode ter desenvolvido uma ambivalência para com sua mãe, ou seja: por um lado sentindo apego exagerado a ela porque ela foi, para ele, “forte” e protetora.
Por outro lado, quem sabe ela tenha tentado compensar muito a ausência do marido e pai por meio do filho, fazendo do menino seu principal confidente e usando-o como companhia. Além disso, essa mãe pode ter sido possessiva ou castradora do desenvolvimento afetivo de autonomia e de autoestima. Isso pode ter gerado no rapaz uma raiva da mesma mãe e um distanciamento da figura feminina.
Por isso, quando adulto, ao se relacionar com uma mulher, por causa desse tipo de relação não saudável com a mãe, o rapaz pode gostar de se aproximar do sexo feminino enquanto houver apenas a sensação de proteção ou companhia. Consequentemente, pode se afastar das mulheres no âmbito amoroso por sentir-se incomodado, ameaçado ou inseguro quando houver manifestações erotizadas. Isso porque a imagem da mulher erotizada para ele pode significar castração, possessão, constrangimento, impedimento de sua liberdade interior e, portanto, desprazerosa. Veja o quanto o papel saudável da mãe é fundamental para uma visão saudável e positiva que a criança terá do sexo oposto.
Porém, isso não explica tudo porque há rapazes com a orientação homossexual que tiveram outro modelo de família, embora este seja o mais clássico para a homossexualidade masculina.
Interessante observar que o homossexual masculino gosta da presença e companhia femininas enquanto a questão erótica não estiver relacionada com tal aproximação. E, no âmago de seu ser, ao procurar um parceiro do mesmo sexo, parece que ele está buscando aprovação, carinho, proteção – mais do que sexo em si. Só que isso pode ser, geralmente, de modo inconsciente.
Um homossexual pode ter profunda angústia (vivida não só como angústia, mas como tristeza, geralmente irritabilidade fácil, desânimo, culpa, etc.) que ele (ou ela) procura canalizar para a prática homossexual, assim como um heterossexual pode fazer isto com a sexualidade também.
Sexo em geral é prazeroso e, claro, é o contrário de angústia. Portanto, o sexo é um dos instrumentos mais comumente usados para o alívio ou o mascaramento da angústia que deveria ser enfrentada conscientemente para se encontrar soluções funcionais e equilibradas para ela.
É bem provável que, por vivermos em uma geração altamente angustiada é que temos, ao mesmo tempo, uma sociedade supererotizada. O detalhe é que poucos sabem que o vazio emocional permanece porque a solução para a humanidade não está na sexualidade, mas na presença interior do amor. Amor por si mesmo e pelo próximo sem necessariamente expressá-lo através do sexo.
Para uma pessoa que tem impulsos homossexuais pode ser tão difícil mudar seu comportamento como é difícil para um dependente químico deixar a compulsão para o consumo das drogas. Mas, a pessoa homossexual pode aprender a lidar com estes desejos, assim como uma pessoa alcoólatra consegue permanecer sem a bebida, mas ainda sentir vontade de beber. Não faço esta comparação para afirmar que a homossexualidade seja uma doença, mas para demonstrar que, se a pessoa decide não praticá-la, isto é possível e pode ser controlado.
Assim, muitos homens e mulheres que sentem impulsos homossexuais podem aprender a não se deixar levar por eles, e conseguirem mudanças comportamentais, se desejarem isto.
Há homossexuais que praticam o ato; há outros que sentem o desejo, não praticam e sofrem constantemente; e ainda há aqueles que sentem o desejo, não praticam, e aprendem a canalizar esta energia para outras áreas da vida sem passar o resto da vida com muito sofrimento. Não digo sem nenhum, mas sem muito sofrimento.
Algumas pessoas, entretanto, já relataram conseguir parar de sentir desejos homossexuais; são em menor número, mas acontece também.
Permanecer homossexual é mais uma questão de escolha pessoal do que de determinação biológica ou impossibilidade de mudança interior em algum nível como os citados anteriormente. Claro: não é fácil. Deixar as práticas homossexuais envolve uma luta interior imensa. Mas, quem não quer se entregar aos impulsos e desejos homossexuais pode aprender a lidar com a angústia que está por detrás dos mesmos e obter alguma mudança que promova paz interior.
Como? Listarei algumas dicas:
1. Se a pessoa deseja não seguir pelo caminho da homossexualidade, ela pode começar a evitar alimentar ou dar vazão a pensamentos com relação à homoafetividade. Isto pode se tornar mais fácil se a pessoa passa a evitar sites da internet, revistas e tudo o que a incentive a isto (Cf. Fp 4:8).
2. Ela também pode procurar se afastar de qualquer amizade com pessoas que tenham tendência homossexual. Não por discriminação a elas (afinal, somos todos iguais aos olhos de Deus), mas pela decisão que tomou de evitar se colocar em situações que estimulem o desejo homossexual. A pessoa pode seguir a sua decisão baseada nos princípios e valores os quais ela decidiu seguir.
3. É importante que o indivíduo não se pressione a todo tempo quanto a ter ou não o desejo homossexual. Nem sempre eles vão passar, mas a pessoa pode aprender a lidar com eles.
4. A pessoa pode canalizar a energia que seria direcionada para os contatos homossexuais para outras áreas da vida dela: desenvolvendo um trabalho que goste ou um estudo, tendo um hobby que a ajude a ter satisfação, fazendo exercícios físicos para a diminuição da ansiedade, tendo atividades na igreja, na comunidade, etc. Isto poderá não resolver a questão, mas ajudará a pessoa a ter outros canais de prazer, de alegria e de satisfação na vida, em suprimento e substituição do prazer vivido em uma relação homoafetiva.
5. Se a pessoa é cristã, recomenda-se que tenha um tempo diário com Deus, a fim de apresentar para Ele o que ela está sentindo (Fl 4:6) e receber dEle a força que precisa, assim como o alívio de sua angústia (Cf. Sl 34:18).
6. Conversar com alguém que seja neutro no assunto e que possa ajudar no sentido de ouvir e compreender, é muito importante porque traz alívio. Em muitos casos, um auxílio psicoterapêutico (com um psicólogo) ajuda a aprender a lidar com o sofrimento existente.
No entanto, se esta pessoa é cristã e deseja seguir seus princípios e valores, é mais interessante que ela procure uma ajuda de um profissional também cristão, por este ter um entendimento mais prático do que é desejar seguir a Cristo, deixando de lado os próprios desejos que não condizem com os princípios escolhidos por essa pessoa.
7. E, por último, se o homossexual acredita em Deus, é fundamental que jamais duvide do amor divino (1Jo 4:8, 16) por ele. O Criador ama a cada um incondicionalmente, e não faz acepção de pessoas (Rm 2:11). Ele está disposto a ajudar tanto hetero quanto homossexuais a serem felizes nessa vida (Cf. 3Jo 2), e a se prepararem para a vida futura que prometeu a todos aqueles que O amarem e O aceitarem como Salvador pessoal (Jo 3:16).
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sexta-feira, 17 de agosto de 2012
ESTUDO ADICIONAL
Texto por: Pr. Albino Marks
Afirma Paulo aos Hebreus que a santificação é indispensável em nosso retorno ao lar paterno e na busca da eternidade: “Segui a... santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. - Hb 12:14 – Almeida Revista e Atualizada.
A justificação é a dádiva de Deus ao pecador necessitado de perdão. É um ato, uma declaração que em um momento absolve o pecador culpado da sentença implacável do pecado - morte. A santificação é o processo de adaptação a uma nova situação. Quando mudamos de país, necessitamos adaptar-nos aos costumes e práticas daquela que será a nossa nova comunidade. Isto é muito real em nosso preparo para viver com os santos na eternidade.
O apóstolo Paulo diz o que precisa acontecer sob o impacto do processo de santificação: “Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra”. - Col. 3:1 e 2 – Almeida Revista e Atualizada.
Em todo o nosso procedimento devemos conduzir-nos como quem está esperando, a qualquer momento, a mudança para a nova pátria. Nossos anseios, nossa conversação, nossos pensamentos, tudo estará centralizado na expectativa da mudança.
“Coisa alguma senão a santidade te preparará para o céu. Unicamente a piedade sincera, experimental, pode dar-te um caráter puro, elevado, e habilitar-te a entrar à presença de Deus, que habita na luz inacessível”. – Testemunhos Seletos. vol. 1, pág. 245.
Mas esta obra não podemos desenvolver em nós mesmos, pelos nossos esforços. Precisamos colocar-nos sob o controle do Espírito Santo para que Ele trabalhe em nosso caráter transformando-o e tornando-o semelhante ao Modelo, que é o caráter de Cristo, quem veio revelar o caráter da divindade. Nós nos dedicamos, e Ele nos santifica. Molda-nos segundo a Sua vontade, para que em nós tenha pleno prazer:
O processo de santificação é, portanto, acessível a todos. Nós aceitamos a justiça de Cristo e Lhe rendemos a nossa vontade, e mediante a atuação do Espirito Santo é operada a transformação do caráter. “Todo cristão pode gozar a bênção da santificação”. - S. Life, pág. 61.
Afirma Paulo aos Hebreus que a santificação é indispensável em nosso retorno ao lar paterno e na busca da eternidade: “Segui a... santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. - Hb 12:14 – Almeida Revista e Atualizada.
A justificação é a dádiva de Deus ao pecador necessitado de perdão. É um ato, uma declaração que em um momento absolve o pecador culpado da sentença implacável do pecado - morte. A santificação é o processo de adaptação a uma nova situação. Quando mudamos de país, necessitamos adaptar-nos aos costumes e práticas daquela que será a nossa nova comunidade. Isto é muito real em nosso preparo para viver com os santos na eternidade.
O apóstolo Paulo diz o que precisa acontecer sob o impacto do processo de santificação: “Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra”. - Col. 3:1 e 2 – Almeida Revista e Atualizada.
Em todo o nosso procedimento devemos conduzir-nos como quem está esperando, a qualquer momento, a mudança para a nova pátria. Nossos anseios, nossa conversação, nossos pensamentos, tudo estará centralizado na expectativa da mudança.
“Coisa alguma senão a santidade te preparará para o céu. Unicamente a piedade sincera, experimental, pode dar-te um caráter puro, elevado, e habilitar-te a entrar à presença de Deus, que habita na luz inacessível”. – Testemunhos Seletos. vol. 1, pág. 245.
Mas esta obra não podemos desenvolver em nós mesmos, pelos nossos esforços. Precisamos colocar-nos sob o controle do Espírito Santo para que Ele trabalhe em nosso caráter transformando-o e tornando-o semelhante ao Modelo, que é o caráter de Cristo, quem veio revelar o caráter da divindade. Nós nos dedicamos, e Ele nos santifica. Molda-nos segundo a Sua vontade, para que em nós tenha pleno prazer:
O processo de santificação é, portanto, acessível a todos. Nós aceitamos a justiça de Cristo e Lhe rendemos a nossa vontade, e mediante a atuação do Espirito Santo é operada a transformação do caráter. “Todo cristão pode gozar a bênção da santificação”. - S. Life, pág. 61.
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