Baruch Hashem, Glória a YAHWEH e Honra a Yeshua, o Mashiach de Israel

"Ninguém que põe a mão no arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus"Lucas 9:62

“Porque o Senhor me libertou do império das trevas e me transportou para o Reino do Filho do Seu Amor” Cl 1:13

Já orou por seus filhos hoje?

Porque não criamos nossos filhos para povoarem o inferno


Filhos

Filhos

"Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria,

que não se compadeça dele, do filho do seu ventre?
Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti. "
Isaías 49:15

...

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Nós somos os filhos e as filhas do Papai do Céu!

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Na Mira da Verdade

Posted: 21 Aug 2012 02:12 PM PDT
“Não consigo mudar o que eu sou. Batizei-me numa igreja cristã há menos de um ano acreditando que um milagre aconteceria na minha vida. Acreditei que Deus, com Seu poder, mudaria meus sentimentos, já que não escolhi ser homossexual, porém, ainda continuo com uma pessoa do mesmo sexo há mais de 11 anos [...] Estou afastada da Igreja porque me sinto hipócrita em adorar a Deus ao mesmo tempo em que sou lésbica [...] Ao ler Hebreus 10:25, 26, fico preocupadíssima por estar pecando voluntariamente [...] Será que há chance pra mim? Estou condenada por ter desejos homossexuais? Por favor, ajude-me.”
A angústia dessa jovem pode ser a mesma de muitos(as) leitores(as) deste blog. Por isso, decidi disponibilizar a resposta que dei a ela (sem identificá-la), juntamente com um artigo elaborado por dois profissionais da área da saúde mental.
Peço a Deus que as linhas a seguir lhe ajudem a se sentir amado(a) por Deus e certo(a) da vitória final com a ajuda de Jesus Cristo (Rm 8:37).

RESPOSTA
Querida amiga…
Primeiramente quero dizer que me sinto honrado em receber o e-mail de uma filha de Deus sincera como você, que luta contra o pecado assim como todos nós, cristãos. Cada um possui seus conflitos internos e, por isso, devemos orar uns pelos outros ao invés de criticarmos aqueles que, assim como nós, sofrem e lutam pela mudança no estilo de vida.
Em segundo lugar, ao final deste texto disponibilizarei dicas importantíssimas, elaboradas pelos amigos Thais Souza (psicóloga) e Cesar Vasconcellos (médico psiquiatra), para que possa lidar com os seus impulsos.
Thais Souza trabalha na área de aconselhamento aqui na rede Novo Tempo. Além disso, oferece atendimento on-line pelo site www.thaissouza.com.br – com a autorização do Conselho Federal de Psicologia (CFP).
Já o Dr. Cesar Vasconcellos de Souza mantém um lindo ministério médico-missionário também através do site http://www.portalnatural.com.br
Voltemos a tratar do assunto de seu e-mail.
Apesar de você estar pecando segundo a Bíblia, digo-lhe que o Senhor não a abandonou. A graça de Cristo é maior que o seu pecado (Rm 5:20) e há uma diferença entre pecar voluntariamente por “rebeldia perversa” ou por “rebeldia não perversa” (diríamos assim).
Ao continuar na relação homossexual você peca por rebeldia sim, mas, não no sentido de afrontar a Deus por maldade. Você não afronta voluntariamente ao seu Criador, mesmo que Ele se entristeça com o seu tipo de relação. Ele entende sua fraqueza e sabe que, em algum momento de sua vida afetiva, passou por alguma situação que a fez buscar numa pessoa do mesmo sexo o amor, carinho e o senso de pertencer que tanta precisava.
Diante disso, o Senhor aceita-a do jeito que é?
Aceita-a para também ajudá-la a ser uma vencedora. Ele não a ama mais ou menos por ser hetero ou homossexual. O amor dEle por todos é incondicional (Rm 2:11). Porém, Ele chama a todos nós pecadores para uma mudança de vida, para que sejamos realmente felizes e preparados para ser cidadãos do Reino dEle:
“Darei a vocês um coração novo e porei um espírito novo em vocês; tirarei de vocês o coração de pedra e lhes darei um coração de carne.” (Ez 36:26).
Ninguém possui forças em si mesmo para lutar contra o próprio “eu”. Isso vem de fora de nós, de um Ser acima de qualquer outra criatura, que sabe percorrer por todos nossos caminhos psíquicos para mudar nosso padrão de pensamento (Rm 12:1, 2). Essa força recebemos daquele que pode atuar no “centro” de nosso DNA e nos ajudar a vivermos em harmonia com os mandamentos dEle (Jo 15:10; Ef 2:10), incluindo o de Levítico 18:22 (cf. Rm 1:26, 27), em que o Senhor pede para o ser humano não manter relações homoafetivas.
Filipenses 2:13 nos mostra Deus é a origem da força que nos impulsiona e capacita a fazermos a vontade dEle mesmo: “pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele”.
Por isso, lhe animo a não desistir. Vá à presença dEle apesar de suas tendências homossexuais. Aconselho-a ir à igreja, adorar ao seu Criador, mesmo que ainda não tenha conseguido abandonar a relação homossexual, pois, você precisa estar cada vez mais próxima de Jesus Cristo para que o Espírito Santo a ajude a não mais ser uma “pecadeira”:
“Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dará muito fruto; pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma.” (Jo 15:5).
Não tente sem Jesus ao seu lado. É impossível para qualquer um de nós vencer nossas tendências sem um Salvador como Ele. Do mesmo modo, é impossível não vencermos no final, se com perseverança (Lc 21:19) permanecermos na igreja e ser amigos de Jesus Cristo:
“Mas, em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Rm 8:39).
Em seu e-mail percebi que uma dúvida que permanece em sua mente é essa: “se me tornei cristã, por que não deixei de ter desejos homossexuais?”
Esse é um assunto complexo e a Palavra de Deus não nos dá maiores informações. A ciência, não tem todas as respostas para explicar a presença dos desejos homossexuais na vida de alguém durante sua existência (grande maioria), enquanto que outros vencem até mesmo os desejos (minoria).
Porém, o que a Bíblia nos revela é que Deus ama e auxilia pessoas que praticam as relações homoafetivas, para que vivam dentro dos padrões de sexualidade estabelecidos por Ele desde a criação do homem e da mulher (Gn 2:22-24). Veja o que Paulo escreveu em 1 Coríntios 6:11 à várias pessoas da igreja de Corinto que, no passado, também foram homossexuais (leia 1Co 6:9, 10):
“Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus.”
Pela fé (Hb 11:6) você precisa se apegar a essa promessa. Pela fé você deve crer que Deus a torna justa (justifica) pelos méritos de Cristo e a santifica, tornando-a parecida com Ele todos os dias (cf. Rm 8:29).
A santificação é um processo que leva a vida toda, mas, que no final, nos habilitará para a vida eterna (Rm 6:22; Hb 12:14). Por isso, se tiver que lutar contra o “eu” todos os dias, mesmo que em alguns momentos tenha algumas quedas, lute.
Não sei se Deus tirará de você, além da prática, a tendência. Ou, se fará isso apenas na volta de Cristo. Mas, de uma coisa tenho certeza: se permanecer com a tendência homossexual, Ele dará forças para lutar contra e viver sem ela. Ajudará você a gostar do sexo com um homem que seja seu marido (se essa for sua vontade), e lhe dará muitas alegrias com a maternidade.  Ele mudará sua vida para melhor, se assim o permitir.
Mas, digamos que mesmo casada, sinta atração por mulheres. Isso significa que Deus irá “condená-la”? Com certeza, não. Lembra que anteriormente usei o termo “pecadeira”? Se uma pessoa continua com as tendências homossexuais (e ela não tem culpa por isso) e não pratica o ato homossexual ela não é uma “pecadeira”, que faz do pecado um estilo de vida. Ela é uma “pecadora”, assim como um heterossexual que, apesar de ter as próprias tendências para o pecado, luta com Cristo e, mesmo diante de alguns fracassos, não faz do pecado um estilo de vida.
Posso lhe garantir que, mesmo Deus não podendo salvar “pecadeiros” contra a vontade deles, Ele salva “pecadores” que se arrependem, vão a Ele em busca de auxílio (Mt 11:28-30) e se apropriam, pela fé, (Rm 5:1) dos méritos de Cristo (Jo 3:16, 36). [Sobre a salvação de pessoas com tendências homossexuais, leia o artigo “Os homossexuais serão salvos?” clicando aqui].
O Salvador é nosso intercessor (1Tm 2:5) diante de Deus Pai para aliviar nossa consciência culpada e massacrada pelo pecado e pelo Diabo. Ele é o grande Sumo Sacerdote (Hb 8:1, 2) que está à direta do Pai (Hb 1:1-3) para garantir, com Sua presença no Céu, que recebermos o favor divino todos os dias e socorro para lutarmos contra o mal e contra nossas inclinações pessoais para o pecado.
Desse modo, vá ao seu Salvador e Sumo Sacerdote Jesus agora mesmo e, pela fé, sente-se no colo do Pai, no Seu trono (Ef 2:6). Ele lhe dará o carinho que precisou na infância e adolescência, senso de pertencer, e lhe ajudará a buscar suas curas emocionais ao longo de sua vida. Nunca duvide do amor dEle por você porque nadairá impedi-Lo de amá-la e vê-la como uma filhinha que necessita de ajuda, amor, carinho, atenção e força para lutar e vencer.
“Em todas essas situações [inclusive na luta contra as tendências homossexuais]temos a vitória completa por meio daquele que nos amou. Pois eu tenho a certeza de que nada [nem a homossexualidade] pode nos separar do amor de Deus: nem a morte, nem a vida; nem os anjos, nem outras autoridades ou poderes celestiais; nem o presente, nem o futuro; nem o mundo lá de cima, nem o mundo lá de baixo. Em todo o Universo não há nada que possa nos separar do amor de Deus, que é nosso por meio de Cristo Jesus, o nosso Senhor.” (Rm 8:37-39, Nova Tradução Na Linguagem de Hoje).
 Certa vez um homem me escreveu contando de sua luta contra os desejos homossexuais. Ele me disse que era casado, tinha duas filhas, mas que ainda sentia atrações por homens. Porém, algo na trajetória que me mostrou o quanto a graça de Deus é poderosa foi a afirmação a seguir: “[...] Ainda gosto de homens, pois, já mergulhei fundo na prática homossexual. Mas, uma coisa faço: entrego a minha sexualidade para Jesus todos os dias e decidi permanecer fiel a minha esposa e ser um ótimo pai para minhas filhas”.
Isso vem de um cristão salvo pela graça e transformado pelo poder do Espírito Santo. Não restam dúvidas de que esse homem é um herói, e que ele está salvo em Jesus Cristo. Assim como Deus o ajudou a decidir-se pelo padrão de sexualidade criador por Ele (Gn 2:22-24), ajudará você, caso também entregue a sua sexualidade a Jesus diariamente.
Orei por você.
Um abraço e, muita paz!

[www.leandroquadros.com.br]


Homossexualidade – algumas explicações e orientações para quem não deseja praticá-la
Thais Souza, psicóloga
Dr. Cesar Vasconcellos, médico psiquiatra

Homossexualidade é uma conduta desenvolvida ao longo de anos especialmente no convívio familiar no qual a pessoa faz escolhas muito sutilmente, muito inconscientemente sobre sua orientação sexual. A ciência não comprova que uma pessoa nasça homossexual. Ela pode nascer com muita sensibilidade afetiva – que influencia a formação da imagem sexual, mas não se nasce homossexual.
A homossexualidade é fruto de uma combinação de fatores: predisposição genética (que é diferente de nascer homossexual), acontecimentos no ambiente de crescimento da pessoa e sensibilidade pessoal. Uma pessoa pode nascer com predisposição genética para a homossexualidade e não desenvolvê-la, caso o ambiente no qual viveu os primeiros anos da sua infância contribuiu para isto. Como? Sendo equilibradamente afetivo e com modelos de imagem sexuais dos pais.
Além disso, se a pessoa conseguir ter uma sensibilidade afetiva não fragilizada, isso também contribuirá para que não desenvolva as tendências homossexuais, mesmo tendo uma predisposição genética.
Uma coisa é o preconceito contra homossexuais; outra é dizer que a homossexualidade é natural. Nenhum tipo de preconceito pode fazer parte da vida de ninguém. Ao mesmo tempo, a ideia de que a homossexualidade é natural não é uma verdade comprovada cientificamente.
A opção pela homossexualidade é realmente uma questão de escolha até certo ponto, mas isso também não significa dizer que exista um “terceiro sexo”. Do ponto de vista cristão, Deus fez homem e mulher, macho e fêmea (Gn 1:27). Dois gêneros que se completam fisicamente, psicologicamente e espiritualmente.
A homossexualidade é uma busca erotizada para suprir profundas necessidades de afeto. Claro que pessoas heterossexuais, infelizmente, podem também buscar na sexualidade exageradas compensações afetivas, que não conseguem ter numa relação em que o afeto fique na esfera do carinho, sem se voltar logo para o erotismo. Mas isto é um distúrbio e não uma normalidade nas relações afetivas humanas. Muitos heterossexuais têm compulsão pelo sexo e isso não é normal.
Geralmente um rapaz homossexual deve ter tido uma imagem masculina paterna muito fraca, apagada e, talvez, uma mãe muito dominadora e possessiva que tinha aquele filho como uma espécie de aliado para sua (da mãe) solidão afetiva conjugal. Se o rapaz teve também uma extrema sensibilidade afetiva para questões de afeto, ele pode ter desenvolvido uma ambivalência para com sua mãe, ou seja: por um lado sentindo apego exagerado a ela porque ela foi, para ele, “forte” e protetora.
Por outro lado, quem sabe ela tenha tentado compensar muito a ausência do marido e pai por meio do filho, fazendo do menino seu principal confidente e usando-o como companhia. Além disso, essa mãe pode ter sido possessiva ou castradora do desenvolvimento afetivo de autonomia e de autoestima. Isso pode ter gerado no rapaz uma raiva da mesma mãe e um distanciamento da figura feminina.
Por isso, quando adulto, ao se relacionar com uma mulher, por causa desse tipo de relação não saudável com a mãe, o rapaz pode gostar de se aproximar do sexo feminino enquanto houver apenas a sensação de proteção ou companhia. Consequentemente, pode se afastar das mulheres no âmbito amoroso por sentir-se incomodado, ameaçado ou inseguro quando houver manifestações erotizadas. Isso porque a imagem da mulher erotizada para ele pode significar castração, possessão, constrangimento, impedimento de sua liberdade interior e, portanto, desprazerosa. Veja o quanto o papel saudável da mãe é fundamental para uma visão saudável e positiva que a criança terá do sexo oposto.
Porém, isso não explica tudo porque há rapazes com a orientação homossexual que tiveram outro modelo de família, embora este seja o mais clássico para a homossexualidade masculina.
Interessante observar que o homossexual masculino gosta da presença e companhia femininas enquanto a questão erótica não estiver relacionada com tal aproximação. E, no âmago de seu ser, ao procurar um parceiro do mesmo sexo, parece que ele está buscando aprovação, carinho, proteção – mais do que sexo em si. Só que isso pode ser, geralmente, de modo inconsciente.
Um homossexual pode ter profunda angústia  (vivida não só como angústia, mas como tristeza, geralmente irritabilidade fácil, desânimo, culpa, etc.) que ele (ou ela) procura canalizar para a prática homossexual, assim como um heterossexual pode fazer isto com a sexualidade também.
Sexo em geral é prazeroso e, claro, é o contrário de angústia. Portanto, o sexo é um dos instrumentos mais comumente usados para o alívio ou o mascaramento da angústia que deveria ser enfrentada conscientemente para se encontrar soluções funcionais e equilibradas para ela.
É bem provável que, por vivermos em uma geração altamente angustiada é que temos, ao mesmo tempo, uma sociedade supererotizada. O detalhe é que poucos sabem que o vazio emocional permanece porque a solução para a humanidade não está na sexualidade, mas na presença interior do amor. Amor por si mesmo e pelo próximo sem necessariamente expressá-lo através do sexo.
Para uma pessoa que tem impulsos homossexuais pode ser tão difícil mudar seu comportamento como é difícil para um dependente químico deixar a compulsão para o consumo das drogas. Mas, a pessoa homossexual pode aprender a lidar com estes desejos, assim como uma pessoa alcoólatra consegue permanecer sem a bebida, mas ainda sentir vontade de beber. Não faço esta comparação para afirmar que a homossexualidade seja uma doença, mas para demonstrar que, se a pessoa decide não praticá-la, isto é possível e pode ser controlado.
Assim, muitos homens e mulheres que sentem impulsos homossexuais podem aprender a não se deixar levar por eles, e conseguirem mudanças comportamentais, se desejarem isto.
Há homossexuais que praticam o ato; há outros que sentem o desejo, não praticam e sofrem constantemente; e ainda há aqueles que sentem o desejo, não praticam, e aprendem a canalizar esta energia para outras áreas da vida sem passar o resto da vida com muito sofrimento. Não digo sem nenhum, mas sem muito sofrimento.
Algumas pessoas, entretanto, já relataram conseguir parar de sentir desejos homossexuais; são em menor número, mas acontece também.
Permanecer homossexual é mais uma questão de escolha pessoal do que de determinação biológica ou impossibilidade de mudança interior em algum nível como os citados anteriormente. Claro: não é fácil. Deixar as práticas homossexuais envolve uma luta interior imensa. Mas, quem não quer se entregar aos impulsos e desejos homossexuais pode aprender a lidar com a angústia que está por detrás dos mesmos e obter alguma mudança que promova paz interior.
Como? Listarei algumas dicas:
1. Se a pessoa deseja não seguir pelo caminho da homossexualidade, ela pode começar a evitar alimentar ou dar vazão a pensamentos com relação à homoafetividade. Isto pode se tornar mais fácil se a pessoa passa a evitar sites da internet, revistas e tudo o que a incentive a isto (Cf. Fp 4:8).
2. Ela também pode procurar se afastar de qualquer amizade com pessoas que tenham tendência homossexual. Não por discriminação a elas (afinal, somos todos iguais aos olhos de Deus), mas pela decisão que tomou de evitar se colocar em situações que estimulem o desejo homossexual. A pessoa pode seguir a sua decisão baseada nos princípios e valores os quais ela decidiu seguir.
3. É importante que o indivíduo não se pressione a todo tempo quanto a ter ou não o desejo homossexual. Nem sempre eles vão passar, mas a pessoa pode aprender a lidar com eles.
4. A pessoa pode canalizar a energia que seria direcionada para os contatos homossexuais para outras áreas da vida dela: desenvolvendo um trabalho que goste ou um estudo, tendo um hobby que a ajude a ter satisfação, fazendo exercícios físicos para a diminuição da ansiedade, tendo atividades na igreja, na comunidade, etc. Isto poderá não resolver a questão, mas ajudará a pessoa a ter outros canais de prazer, de alegria e de satisfação na vida, em suprimento e substituição do prazer vivido em uma relação homoafetiva.
5. Se a pessoa é cristã, recomenda-se que tenha um tempo diário com Deus, a fim de apresentar para Ele o que ela está sentindo (Fl 4:6) e receber dEle a força que precisa, assim como o alívio de sua angústia (Cf. Sl 34:18).
6. Conversar com alguém que seja neutro no assunto e que possa ajudar no sentido de ouvir e compreender, é muito importante porque traz alívio. Em muitos casos, um auxílio psicoterapêutico (com um psicólogo) ajuda a aprender a lidar com o sofrimento existente.
No entanto, se esta pessoa é cristã e deseja seguir seus princípios e valores, é mais interessante que ela procure uma ajuda de um profissional também cristão, por este ter um entendimento mais prático do que é desejar seguir a Cristo, deixando de lado os próprios desejos que não condizem com os princípios escolhidos por essa pessoa.
7. E, por último, se o homossexual acredita em Deus, é fundamental que jamais duvide do amor divino (1Jo 4:8, 16) por ele. O Criador ama a cada um incondicionalmente, e não faz acepção de pessoas (Rm 2:11). Ele está disposto a ajudar tanto hetero quanto homossexuais a serem felizes nessa vida (Cf. 3Jo 2), e a se prepararem para a vida futura que prometeu a todos aqueles que O amarem e O aceitarem como Salvador pessoal (Jo 3:16).

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

11 Coisas Que Nos Aproximam de Deus (DEJAD Tirol)

Contagem Regressiva

ESTUDO ADICIONAL

Texto por: Pr. Albino Marks

Afirma Paulo aos Hebreus que a santificação é indispensável em nosso retorno ao lar paterno e na busca da eternidade: “Segui a... santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. - Hb 12:14 – Almeida Revista e Atualizada.

A justificação é a dádiva de Deus ao pecador necessitado de perdão. É um ato, uma declaração que em um momento absolve o pecador culpado da sentença implacável do pecado - morte. A santificação é o processo de adaptação a uma nova situação. Quando mudamos de país, necessitamos adaptar-nos aos costumes e práticas daquela que será a nossa nova comunidade. Isto é muito real em nosso preparo para viver com os santos na eternidade.

O apóstolo Paulo diz o que precisa acontecer sob o impacto do processo de santificação: “Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra”. - Col. 3:1 e 2 – Almeida Revista e Atualizada.

Em todo o nosso procedimento devemos conduzir-nos como quem está esperando, a qualquer momento, a mudança para a nova pátria. Nossos anseios, nossa conversação, nossos pensamentos, tudo estará centralizado na expectativa da mudança.

“Coisa alguma senão a santidade te preparará para o céu. Unicamente a piedade sincera, experimental, pode dar-te um caráter puro, elevado, e habilitar-te a entrar à presença de Deus, que habita na luz inacessível”. – Testemunhos Seletos. vol. 1, pág. 245.

Mas esta obra não podemos desenvolver em nós mesmos, pelos nossos esforços. Precisamos colocar-nos sob o controle do Espírito Santo para que Ele trabalhe em nosso caráter transformando-o e tornando-o semelhante ao Modelo, que é o caráter de Cristo, quem veio revelar o caráter da divindade. Nós nos dedicamos, e Ele nos santifica. Molda-nos segundo a Sua vontade, para que em nós tenha pleno prazer:

O processo de santificação é, portanto, acessível a todos. Nós aceitamos a justiça de Cristo e Lhe rendemos a nossa vontade, e mediante a atuação do Espirito Santo é operada a transformação do caráter. “Todo cristão pode gozar a bênção da santificação”. - S. Life, pág. 61.

EXAMINA-ME


Examina-me, Senhor, e prova-me; sonda-me o
coração e os pensamentos. Sal. 26:2.
Este salmo foi escrito por ocasião da fome que assolou Israel por três anos. O contexto nos mostra que a nação atravessava um período de crises. Na época, Davi tinha 58 anos de idade e, como sempre fez em momentos de crise, dirigiu-se a Deus em busca de socorro.
O relato bíblico narra essa história assim: “Houve, em dias de Davi, uma fome de três anos consecutivos. Davi consultou ao Senhor, e o Senhor lhe disse: Há culpa de sangue sobre Saul e sobre a sua casa, porque ele matou os gibeonitas.” II Sam. 21:1.
Havia uma história vergonhosa no passado de Israel. Saul não havia cumprido o trato que Josué fizera com os gibeonitas ao conquistar Canaã. Agora, anos depois, o povo estava sofrendo as conseqüências e ninguém sabia o porquê.
Nessas circunstâncias, o rei volta os olhos a Deus e ora: “Examina-me, Senhor, e prova-me; sonda-me o coração e os pensamentos.” Davi sabia que não era culpado da crise que enfrentava. Existem momentos críticos pelos quais você não é responsável. Nem sempre o sofrimento é o resultado dos erros que você tenha cometido. Muitas vezes, você carregará a dor como conseqüência de erros cometidos por seus antepassados.
Davi vivia um momento desses e disse ao Senhor: “Examina-me e prova-me. Não olhes só para minha conduta exterior, olha para os meus sentimentos e pensamentos íntimos. Tu sabes que, neste caso, eu sou inocente. Em minha vida pode haver muitos erros, posso ter falhado muitas vezes. Mas, neste caso, Senhor, eu não tenho culpa.”
A Bíblia afirma que “não há justo”. Rom. 3:10. Como podia o salmista ter o atrevimento de pedir a Deus que o provasse se “todos pecaram e carecem da glória de Deus”? Rom. 3:23.
Talvez a resposta esteja no verso 3, onde Davi apela para a misericórdia divina. Em hebraico, misericórdia, Jased, significa bondade, amor constante, graça, fidelidade, clemência. Foi por esse amor incompreensível que “Aquele que não conheceu pecado, Ele o fez pecado por nós; para que, nEle, fôssemos feitos justiça de Deus”. II Cor. 5:21.
NEle, em Jesus; em nenhum outro há salvação. NEle, você e eu somos justos. Só estando nEle, andando com Ele, mantendo comunhão permanente com Jesus podemos ir a Deus e orar como Davi: “Examina-me, Senhor, e prova-me; sonda-me o coração e os pensamentos.”

O eu escondido em Cristo


A minha alma se gloriará no Senhor; os mansos o ouvirão e se alegrarão. Salmos 34:2.
Havendo alcançado um ponto elevado em sua profissão, o Dr. John Cheyne não se esqueceu de suas obrigações para com Deus. Certa vez escreveu a um amigo: “Você talvez deseje saber o estado de minha mente. Estou humilhado até ao pó ao pensamento de que não há um ato de minha atarefada vida que resista ao olhar de um Deus santo. Mas quando medito no convite do Redentor: ‘Vinde a Mim’, e que aceitei esse convite; e, além disso, minha consciência testifica que desejo ardentemente que minha vontade em todas as coisas se conforme com a vontade de Deus, então tenho paz; tenho o repouso prometido por Aquele em quem não foi encontrado nenhum engano.” Antes de sua morte esse eminente médico ordenou que, perto do local onde jazeria seu corpo, fosse construída uma coluna sobre a qual deviam ser inscritos estes textos, como vozes da eternidade: “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3:16. “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei.” Mateus 11:28. “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.” Hebreus 12:14.
E enquanto o Dr. Cheyne assim se esforçava, para mesmo da sepultura chamar os pecadores para o Salvador e para a glória, ocultava o seu nome, omitindo-o da coluna. Ele não foi menos cuidadoso ao dizer, como falando aos transeuntes: “O nome, a profissão e a idade daquele cujo corpo se acha embaixo são de pouca importância, mas pode ser-vos de grande importância saber que pela graça de Deus foi ele levado a olhar o Senhor Jesus como o único Salvador dos pecadores, e que esse olhar para Jesus lhe trouxe paz à alma.” “Orai a Deus, orai a Deus”, diz, “para que sejais instruídos no evangelho; e estais certos de que Deus dará o Espírito Santo, o único Ensinador da verdadeira sabedoria, aos que Lho pedirem.” Esse monumento destinava-se a atrair a atenção de todos para Deus e fazê-los perder de vista o homem. Esse homem não trouxe escárnio sobre a causa de Cristo. … O médico que teme e ama a Deus anseia revelar Jesus ao coração enfermo pelo pecado e dizer-lhe quão abundante, quão completa é a provisão feita pelo Redentor que perdoa o pecado.
Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais, pág. 240.

Um consolador como Cristo


Mas Eu vos digo a verdade: Convém-vos que Eu vá, porque se Eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, Eu for, Eu vo-Lo enviarei. João 16:7.
O Consolador que Cristo prometeu enviar depois de ascender ao Céu, é o Espírito em toda a plenitude da Divindade, tornando manifesto o poder da graça divina a todos quantos recebem e crêem em Cristo como um Salvador pessoal.
O Espírito Santo habita no consagrado obreiro de Deus, onde quer que ele possa estar. As palavras dirigidas aos discípulos são-no também a nós. O Consolador é tanto nosso quanto deles.
Não existe consolador como Cristo, tão terno e tão verdadeiro. Ele Se compadece de nossas fraquezas. Seu Espírito fala ao coração. Podem as circunstâncias separar-nos de nossos amigos; o vasto e turbulento oceano pode rolar entre nós e eles. Embora prevaleça ainda sua sincera amizade, talvez sejam incapazes de demonstrá-la fazendo por nós aquilo que com gratidão haveríamos de receber. Mas circunstância alguma, nenhuma distância pode separar-nos do Consolador celestial. Onde quer que estejamos, aonde quer que vamos, Ele sempre ali está, concedido em lugar de Cristo, para agir por Ele. Está sempre à nossa mão direita, para nos falar palavras amáveis e calmas; para apoiar, suster, erguer e animar. A influência do Espírito Santo é a vida de Cristo no coração. Esse Espírito atua em todo aquele que recebe a Cristo, e por meio dEle. Os que experimentam em si essa habitação do Espírito revelam seus frutos: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé.
O Espírito Santo sempre habita com aquele que está procurando aperfeiçoar o caráter cristão. O Espírito Santo fornece o motivo puro, o princípio vivo, ativo, que sustenta em cada emergência e em cada tentação a pessoa crente, que luta e se esforça. O Espírito Santo sustenta o crente em meio ao ódio do mundo, à hostilidade de parentes, em meio aos desapontamentos, à compreensão da própria imperfeição e em meio aos erros da vida. Confiando na incomparável pureza e perfeição de Cristo, a vitória é certa para aquele que olha para o Autor e Consumador de nossa fé. … Ele levou os nossos pecados, a fim de que por meio dEle pudéssemos ter distinção moral e apego à perfeição do caráter cristão.
Ellen G. White, Cuidado de Deus, pág. 230.